A privação de sono de ondas lentas, também conhecida como sono profundo, diminui a capacidade do organismo de regular os níveis de glicose e aumenta o risco de diabetes tipo 2, relatam pesquisadores da Universidade de Chicago. Diferentemente do sono REM, fase na qual se concentram os sonhos, o sono de ondas lentas sempre foi tido como fundamental para restauração cognitiva do cérebro, mas sua influência no bem-estar físico ainda não era conhecida.
Os pesquisadores estudaram nove voluntários entre 20 e 31 anos, que foram seletivamente privados de sono de ondas lentas durante três noites consecutivas num laboratório de sono. No quarto dia, os indivíduos estavam menos sensíveis à insulina, de forma semelhante ao que acontece nas pessoas obesas.
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