A idéia de que indivíduos de pele mais escura, como negros, hispânicos e asiáticos, não precisam se preocupar com o câncer de pele acaba de ir por água abaixo. Segundo um estudo realizado par Hugh Gloster, professor de dermatologia da Universidade de Cincinnati (EUA), embora eles desenvolvam menos a doença, quando ela surge, e bem mais agressiva do que em pessoas claras. A explicação para isso é simples: graças à falsa crença de "imunidade" aos raios solares, nos morenos a doença acaba sendo diagnosticada em estágio avançado e a cura torna-se mais difícil.
O melhor remédio contra a doença, de acordo com Hugh Gloster, ainda é a prevenção, como o uso freqüente de protetor solar e, diante de alterações estranhas na pele, uma visita ao dermatologista.
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