Diabete agora estão investigando uma nova versão

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Diabete tipo 1 Doença auto-imune leva o pâncreas a não conseguir fabricar a insulina. O organismo, não se sabe por que, produz anticorpos que atacam e destroem as estruturas responsáveis por essa tarefa, as ilhotas de Langerhans. Assim, a glicose ou o açúcar permanece circulando no sangue e não entra nas células como deveria. Diabete tipo 2 Diferentemente do tipo 1, que dá as caras logo na infância,este é mais comum em pessoas acima de 40 anos. A obesidade esta por trás da doença, na maioria dos casos. A insulina até chega a ser produzida, mas em quantidade insuficiente. O pâncreas, então, fica sobrecarregado. O sedentarismo também tem sua parcela de culpa nessa história. Diabete tipo 3 Eis a designação que está em debate entre os especialistas. Eles a definem como uma mistura dos tipos 1 e 2, ou seja, um novo tipo de diabete. A equação sugerida pelo titulo é pra lá de simples, com certeza. Quando o assunto e diabete, porém, é preciso refazer cálculos e aprofundar estudos. Cientistas investigam uma nova versão da doença o Diabete tipo 3 Será? Pois é. Parece que essa pergunta vai ficar sem resposta por um bom tempo, ainda que médicos americanos e ingleses já estejam na investigação dessa nova versão da doença há pelo menos três anos. “Aqui no Brasil também há discussões, mas estamos longe de um consenso”, diz o endocrinologista Sergio Atala Did, coordenador do Centro de Diabetes da Universidade Federal de São Paulo. O assunto entrou em pauta no 14° Congresso Brasileiro de Diabete, que aconteceu no finalzinho do ano passado em Goiânia. “A denominação diabete tipo 3 vem sendo sugerida por causa do aparecimento de casos que mesclam características dos tipos 1 e 2”, esclarece Atala Did. Ou seja, cada vez mais surgem jovens pacientes obesos, que teoricamente sofreriam de diabete tipo 2, mas com anticorpos que atacam as células do pâncreas, característica do tipo 1. Se comprovado, esse novo tipo também poderia ser batizado de diabete duplo e diabete tipo 1 1/2. Seja qual for o nome a ser adotado, o que se espera e que o diagnóstico e o tratamento se tomem mais fácil. “Mas ainda ha muito para ser desvendado”, lembra o endocrinologista Luis Eduardo Calliari, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista.

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