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No último domingo (25), Flávio Bolsonaro perdeu no segundo turno para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com uma diferença superior a 4,4 milhões de votos. Segundo Marinho, não existem provas de fraude em relação ao pleito, posição que também é compartilhada pelo próprio PL, que reconheceu a vitória de Lula na última segunda-feira (26).
Mais cedo, Flávio Bolsonaro desembarcou em Miami e publicou uma primeira carta em que se reconhecia como “presidente eleito do Brasil” e, no final do documento, ainda usava o brasão adotado no país até 1967, que nomeava a nação como “Estados Unidos do Brazil”. Diante da repercussão, o senador carioca apagou a postagem e passou a se intitular “líder do Brasil”, em um novo documento com o brasão correto, que traz “República Federativa do Brasil”.
Apesar do conteúdo com teor golpista, Marinho minimizou o documento divulgado nas redes sociais do candidato derrotado e ainda justificou a primeira carta como um erro de produção. “Eu acredito que deve ter havido algum problema na confecção da carta. O fato é que o que está lá no seu Twitter [atualmente rede social X], que é a sua manifestação oficial, ele se autonomina como líder, e é um fato, ele é um líder no Brasil“, justificou.
Marinho lembrou que Flávio teve quase 60 milhões de votos no segundo turno e, diante disso, é hoje “a maior expressão da direita no Brasil”. Além disso, o coordenador da campanha afirmou que “Flávio está nos Estados Unidos exilado” e que o teor da carta foi “um desabafo em função dos resultados”. Porém, o senador decidiu deixar o país mesmo sem qualquer condenação judicial ou pedido de prisão, havendo apenas uma solicitação de entrega do passaporte.
Outro aliado de Flávio, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também contrariou a posição do presidenciável derrotado. Em manifestação enviada à imprensa, ele afirmou compreender a indignação do senador, mas defendeu o respeito ao resultado das urnas.
Fonte: Sputnik Brasil.
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