Nome do Cachorro em chinês: GOU. Nome do Cachorro em japonês: INU. Ordem de colocação: décimo-primeiro. Horas governadas pelo Cachorro: das 19,01 às 21,00 hora. Direção: oeste. Estação e mês principal no oriente: outono/ outubro. Elemento fixo: Metal. Polaridade: yang. Planeta regente: Vênus. Pedras de sorte: safira, esmeralda, opala e jade. Erva: jasmim. Perfume: alfazema. Flor: lírio. Cores favoráveis: rosa e todos os tons claros. Número de sorte: 6. Dia propício: sexta-feira. Parte do corpo: tornozelos. Tipo de animal: com pelos. Domicilio Astral: Tigre branco. Proteção: Uentem (deusa da beleza e da música).
Fábula: do Cachorro Quando a montanha ficou coberta com uma grossa camada de neve, um cachorro do mato ficou sem comida. Ele não gostava de passar fome, embora se lembrasse das bordoadas dos roceiros e de várias experiências desagradáveis pelas quais tinha passado. Mesmo assim, ele se encheu de coragem para descer a montanha e roubar uma galinha numa fazenda. Desta vez, graças à rapidez com que fez o serviço, ele se livrou de apanhar. Estava muito contente e, no caminho de volta, pensou: “Nada a temer! Ninguém vai me perseguir! Quem é que tem coragem de fazer uma coisas dessas, ahn-ran?! É claro que fui eu, o cachorro do mato! Roubei à luz do dia! Esse sempre foi o meu método!” O cachorro do mato pensou que, já que ele estava com a razão, poderia ser audacioso. Carregou a galinha morro acima e a degustou prazerosamente. Mas, de repente, ele ficou apavorado! Na neve havia vestígios de sangue e as marcas dos seus pés! Isso preocupava! Poderia trazer problemas e era um perigo quanto ao que poderia acontecer. Ele ficou nervoso e pensou: “As provas da culpa estão diante dos olhos para serem vistas; e se me persegui-rem, não tenho como desconversá-los; é melhor começar por desmentir!” Com base nisso, começou a gritar na direção da fazenda: – Vejam só! Isso não passa de boato que alguém espalhou para prejudicar a minha reputação! Ao mesmo tempo, ele correu para apagar, com a boca os vestígios de sangue e as marcas dos pés. Quanto mais ele esfregava, mais o sangue se tornava visível. É que a boca do cachorro do mato estava suja com o sangue que ele não tinha tido tempo de limpar com a língua.
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