A ideia de um "superministério" aglutinaria pastas de Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego, Micro e Pequena Empresa, além de secretarias de benefícios sociais.
Na proposta apresentada pelo candidato, o Ministério atenderá quem quer estudar, fazer cursos, abrir seu próprio negócio, acesso ao crédito e, ao fim, resume: "prosperar".
No programa eleitoral, o candidato também rebateu que cortará benefícios sociais, como o Bolsa Família e prometeu a manutenção do auxílio mesmo após o beneficiário conseguir um emprego.
O "Ministério da Prosperidade" não consta no plano de governo de Flávio Bolsonaro, embora o adjetivo seja utilizado para outros serviços públicos, como a ideia de tornar a Caixa Econômica Federal o "banco da prosperidade", diz o projeto.
Fonte: Sputnik Brasil.




