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A declaração foi feita em coletiva de imprensa com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula para anunciar a marca de 700 novos mercados abertos para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023.
Ele lembrou que o Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial com abundância de água, solo fértil e sol, mas 60 anos atrás importava alimentos.
Ao ressaltar que o comércio exterior é fundamental para a sobrevivência de qualquer país, ele comentou que o alcance da marca reflete o fortalecimento das relações comerciais internacionais, a credibilidade do sistema de defesa agropecuária brasileiro e a diversificação dos destinos das exportações:
“Tinha um amigo que dizia que exportar é o que importa. Depois ele mudou e disse que exportar é a salvação. E a última dele foi exportar ou morrer”, brincou o vice-presidente.
Alckmin admitiu que desafios ainda impedem o país de crescer aos níveis de países asiáticos, que conseguiram reduzir custos e burocracias:
“Temos que aprender com a Ásia, temos que ter a cultura de custos, diminuir burocracia, temos uma herança cartorial, Portugal se modernizou com a União Europeia e nós ficamos com cartório”.
Para minimizar o problema, ele citou que um portal único para exportação e importação criado pelo governo:
Alckmin frisou que políticas implementadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiram abrandar os impactos do período atual de guerras, conflitos mundiais e tarifaços sobre o Brasil.
Prova do sucesso das medidas, segundo ele, é o recorde de exportação, de US$ 349 bilhões (R$ 1,75 trilhão). “E este ano aumentou mais de 10% sobre o ano passado, de janeiro até setembro. Agora com 700 mercados, então, vai crescer ainda mais”, afirmou.
A entrada em vigor da Reforma tributária em 1º de janeiro, vai incrementar esse processo, na avaliação do vice-presidente, com exoneração da cesta básica, alimentos mais baratos.
O ministro de Paula também conversou com a imprensa e informou que em 2026, o país bateu recorde na corrente de comércio com praticamente todos os destinos comerciais do Brasil, não apenas no setor agropecuário:
Ainda segundo ele, as exportações brasileiras tiveram alta de 10,4% em 2026 e o acordo Mercosul-União Europeia de maio até agora significou expansão de 30% das exportações brasileiras.
Fonte: Sputnik Brasil.
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