Muitos pais não percebem que seus filhos fofinhos, na verdade, estão acima do peso. Isso foi comprovado por pesquisa publicada na revista americana Pediatrics e explicado abaixo por Adolfo Ariza, pediatra da Northwestern University, que participou do estudo.
Como foi realizada a pesquisa?
Entrevistamos pais de crianças, de 2 a 17 anos, sobre a aparência e saúde dos filhos. Mostramos a eles figuras de crianças saudáveis e obesas e perguntamos com qual o filho se parecia. Apenas 36% dos entrevistados conseguiram identificar a obesidade em seus filhos.
Quais as principais conclusões?
Os padrões de beleza atuais estão equivocados. Na infância, as crianças gordinhas são consideradas saudáveis, mas quando crescem precisam ser magras. Porém, nem todas conseguem perder peso. Essa situação é preocupante, principalmente nos EUA, onde os índices de obesidade só aumentam. Reconhecer o problema cedo é o primeiro passo.
25% das crianças americanas, entre 1 e 6 anos, estão obesas, segundo a Academia Americana de Pediatria. Além dos riscos à saúde, os quilos a mais são um obstáculo à segurança: ainda há poucos modelos de cadeirinhas de carro para a turma acima do peso. As empresas prometem investir em mais equipamentos.




