O Jabuti (Geochelone carbonaria) pertence à classificação Chelonia ou Testudinata, uma das quatro ordem de répteis que abrange os animais popularmente conhecidos como tartarugas. Faz parte da sub-ordem Criptodira, que são as espécies que recolhem totalmente a cabeça dentro do casco, fazendo com que o pescoço assuma um formato de "s" em seu interior.
Uma outra característica desse subgrupo é a cintura pélvica descolada do plastrão, a parte inferior do casco. Nas espécies do subgrupo Pleurodira, o pescoço do animal dobra-se lateralmente dentro do casco junto a uma das patas dianteiras e a cintura pélvica é fundida ao plastrão.
O Jabuti tem as patas semelhantes às do elefante e a sua carapaça é bem arredondada, como um capacete, característica das espécies terrestres de quelônios. De um modo geral, a manutenção dos quelônios é bem simples e depende basicamente de três fatores: temperatura, radiação solar e alimentação balanceada.
O Jabuti tem as patas semelhantes às do elefante e a sua carapaça é bem arredondada, como um capacete, característica das espécies terrestres de quelônios. De um modo geral, a manutenção dos quelônios é bem simples e depende basicamente de três fatores: temperatura, radiação solar e alimentação balanceada.
A umidade na manutenção de espécies terrestres não deve ser alta, pois pode favorecer o aparecimento de infecções motivadas por fungos. Como todo réptil, eles necessitam de fonte de calor que, no caso de espécies aquáticas, podem ser simples aquecedores de aquário.
Compra só com nota fiscal e microchip
No Brasil, a comercialização de quelônios, de acordo com determinação do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (que regulamenta o comércio de animais silvestres!, só pode ser realizada com exemplares que venham acompanhados de nota fiscal e microchip - as exceções limitam-se apenas às espécies criadas para abate, como a Tartaruga-da-Amazônia e o Muçuã, que são abatidos para fins culinários.
No momento não existem criadores credenciados pelo Ibama que já estejam em condições de vender filhotes com a qualificação de pet. Isso deverá ocorrer em breve. Hoje, portanto, exemplares encontrados no comércio sem nota fiscal e o microchip são considerados ilegais.
Compra só com nota fiscal e microchip
No Brasil, a comercialização de quelônios, de acordo com determinação do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (que regulamenta o comércio de animais silvestres!, só pode ser realizada com exemplares que venham acompanhados de nota fiscal e microchip - as exceções limitam-se apenas às espécies criadas para abate, como a Tartaruga-da-Amazônia e o Muçuã, que são abatidos para fins culinários.
No momento não existem criadores credenciados pelo Ibama que já estejam em condições de vender filhotes com a qualificação de pet. Isso deverá ocorrer em breve. Hoje, portanto, exemplares encontrados no comércio sem nota fiscal e o microchip são considerados ilegais.
As importações estão suspensas e explicações dadas por certos comerciantes inescrupulosos como "esta pode, porque é importada ... o Ibama proíbe somente comércio de animais brasileiros" são falsas e criminosas.
Infelizmente, ainda é comum encontrar filhotes de Tigre-d'Água coletados no Brasil sendo vendidos como Tartaruga-de-ouvido-vermelho (exótico). Nenhuma das duas espécies podem ser comercializadas sem documentação e, passando-se por exemplar importado, leva o comprador a acreditar que não terá problema com a fiscalização. Portanto, uma aquisição dessas seria uma grave engano. Nunca se deve adquirir animais sem documentação.




