Um estudo com 9.264 crianças, recém-publicado na revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, mostrou que 6,7% delas queixavam-se de dores de cabeça freqüentes. A pesquisa também apontou que entre a turminha sofredora as faltas na escola eram bastante comuns.
A pediatra Patrícia Furlan, do Hospital São Camilo, na capital paulista, diz que é importante investigar minuciosamente o motivo do desconforto e só depois partir para a medicação.
Ou seja, nada de tomar analgésicos a torto e a direito. "Em alguns casos, é necessária a avaliação de um oftalmologista ou um neurologista", afirma.
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