Ao analisar os hábitos de 320 pessoas de três gerações diferentes durante 20 anos, pesquisadores da Universidade Umea, na Suécia, notaram que netos de homens adeptos de uma dieta magra apresentavam menos problemas de saúde, como diabete e doenças cardiovasculares. “A alimentação pode alterar características genéticas, defende o professor de Medicina Social Lars Olov Bygren, coordenador do trabalho. Para o nutrólogo Mauro Fisberg, do Grupo de Estudos em Nutrição e Atividade Física, em São Paulo, embora o estudo seja bastante sério, ainda é cedo para essa afirmação. “Além disso, não da para extrapolar os resultados para outros povos e etnias”, acrescenta.
A alimentação pode alterar características genéticas
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