Foram mese escolhendo, pesquisando, avaliando ... e o tão sonhado bichano, enfim, chegou em casa. O que fazer a partir de agora? Quando o assunto é gato, alguns cuidados precisam ser tomados para evitar que ele se machuque, adoeça ou protagonize eventuais transtornos.
Foi assim, por exemplo, com Marujo, o gatinho da nutricionista Juliana Rolim, de 27 anos. A família demorou a decidir ter um novo animal de estimação depois da morte de Mimoso, o gato que os acompanhou por 18 anos. Marujo, um persa amarelo que hoje está com oito meses, chegou aos três meses de idade e demorou um pouco para se adaptar à casa de dois andares.
No início, não conseguia chegar a tempo na caixinha de areia e fazia xixi no banheiro. Juliana conta que até terminar a vacinação, o gato não podia sair de dentro de casa e evitava o gramado. Aos quatro meses, quando corria atrás de uma borboleta, ele caiu na piscina e foi salvo pelo pai de Julíana. Aos seis meses, Marujo foi castrado, o que o deixou mais calmo, sem o impulso de fugir correndo todas as vezes que alguém abria a porta da casa. ''Alguém tem que estar olhando sempre. É uma liberdade vigiada", conta a dona, com bom humor.
Se na sua casa, lidar com o novo animal de estimação também é motivo de preocupação, aprenda algumas dicas básicas que vão tornar a convivência mais tranqüila.
Os gatos são curiosos, independentes e não necessariamente obedientes. Pode se preparar: seu novo bichinho de estimação exige uma série de precauções.
De olho na cartilha
Veja as dicas de como cuidar bem do filhote, elaboradas pela veterinária Christine Martins, diretora do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB).
Fique atento à procedência do animal. Algumas viroses são ocultas e só podem ser descobertas por meio de testes que determinam a presença dos retrovírus que causam a leucemia felina e a síndrome de imunodeficiência felina.
Aos 30 dias de vida o gatinho já pode ser vermifugado. Com dois meses, é aplicada a primeira dose de vacina são três os tipos de vacinas: a triplice, a quádrupla e a quíntupla, essa última é recomendada para gatinhos que vão morar em casas.
Sempre deixe a caixa de areia em um lugar tranqüilo e de fácil acesso.A areia deve estar sempre limpa. Se houver mais de um gato, é recomendável que cada gatinho tenha uma caixa de areia separada.
Os filhotes aprendem rápido a usar a caixa de areia, mas quem mora em casas muito grandes deve procurar facilitar a vida do gato, deixando sempre a caixinha em um lugar próximo, onde ele costuma ficar mais tempo.
Ao contrário dos cachorros, os gatos comem pouco, mas comem durante todo o dia. Assim a vasilha com a ração não precisa ser retiradaA ração também deve ser específica para filhotes.
Nem sempre o arranhador comprado agrada ao gatinho. Às vezez, um pequeno tronco de árvore pode dar um reultado melho.
O gatinho escolhe o local em que vai dormir e nem sempre é naquela casinha que foi comprada para esse fim. O ideal é colocar limites aos poucos. De qualquer forma, isso não garante que ele abandone o sofá quando a famnia está fora de casa.
Quem mora em apartamento deve providenciar uma tela para as janelas. É alta a freqüência de acidentes com gatos que caem dos prédios.
Os gatinhos devem se acostumar a serem escovados. Os de pêlos longos, pelo menos três vezes na semana; os de pêlo curto, uma vez.
O banho pode ser recomendado para filhotes de pêlos longos após o fim do período de vacinação. Os gatos de pêlos curtos não precisam
tomar banho.
Primeiras providências
• Não deixe alfinetes, elásticos, fios, percevejos ou barbantes ao alcance do gato: a ingestão desses objetos pode sufocá-lo ou perfurar o estômago ou o intestino.
• Feche as tampas da lavadora e da lata de lixo.
• Mantenha desinfetantes e produtos de limpeza fora do alcance do bicho.
• Certas plantas ornamentais podem provocar problemas para seu gato: evite a mimosa, a borracha, o filodendro, o açafrão, a macieira do amor, o louro-rosa e a comigo-ninguém-pode.
Foi assim, por exemplo, com Marujo, o gatinho da nutricionista Juliana Rolim, de 27 anos. A família demorou a decidir ter um novo animal de estimação depois da morte de Mimoso, o gato que os acompanhou por 18 anos. Marujo, um persa amarelo que hoje está com oito meses, chegou aos três meses de idade e demorou um pouco para se adaptar à casa de dois andares.
No início, não conseguia chegar a tempo na caixinha de areia e fazia xixi no banheiro. Juliana conta que até terminar a vacinação, o gato não podia sair de dentro de casa e evitava o gramado. Aos quatro meses, quando corria atrás de uma borboleta, ele caiu na piscina e foi salvo pelo pai de Julíana. Aos seis meses, Marujo foi castrado, o que o deixou mais calmo, sem o impulso de fugir correndo todas as vezes que alguém abria a porta da casa. ''Alguém tem que estar olhando sempre. É uma liberdade vigiada", conta a dona, com bom humor.
Se na sua casa, lidar com o novo animal de estimação também é motivo de preocupação, aprenda algumas dicas básicas que vão tornar a convivência mais tranqüila.
Os gatos são curiosos, independentes e não necessariamente obedientes. Pode se preparar: seu novo bichinho de estimação exige uma série de precauções.
De olho na cartilha
Veja as dicas de como cuidar bem do filhote, elaboradas pela veterinária Christine Martins, diretora do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB).
Fique atento à procedência do animal. Algumas viroses são ocultas e só podem ser descobertas por meio de testes que determinam a presença dos retrovírus que causam a leucemia felina e a síndrome de imunodeficiência felina.
Aos 30 dias de vida o gatinho já pode ser vermifugado. Com dois meses, é aplicada a primeira dose de vacina são três os tipos de vacinas: a triplice, a quádrupla e a quíntupla, essa última é recomendada para gatinhos que vão morar em casas.
Sempre deixe a caixa de areia em um lugar tranqüilo e de fácil acesso.A areia deve estar sempre limpa. Se houver mais de um gato, é recomendável que cada gatinho tenha uma caixa de areia separada.
Os filhotes aprendem rápido a usar a caixa de areia, mas quem mora em casas muito grandes deve procurar facilitar a vida do gato, deixando sempre a caixinha em um lugar próximo, onde ele costuma ficar mais tempo.
Ao contrário dos cachorros, os gatos comem pouco, mas comem durante todo o dia. Assim a vasilha com a ração não precisa ser retiradaA ração também deve ser específica para filhotes.
Nem sempre o arranhador comprado agrada ao gatinho. Às vezez, um pequeno tronco de árvore pode dar um reultado melho.
O gatinho escolhe o local em que vai dormir e nem sempre é naquela casinha que foi comprada para esse fim. O ideal é colocar limites aos poucos. De qualquer forma, isso não garante que ele abandone o sofá quando a famnia está fora de casa.
Quem mora em apartamento deve providenciar uma tela para as janelas. É alta a freqüência de acidentes com gatos que caem dos prédios.
Os gatinhos devem se acostumar a serem escovados. Os de pêlos longos, pelo menos três vezes na semana; os de pêlo curto, uma vez.
O banho pode ser recomendado para filhotes de pêlos longos após o fim do período de vacinação. Os gatos de pêlos curtos não precisam
tomar banho.
Primeiras providências
• Não deixe alfinetes, elásticos, fios, percevejos ou barbantes ao alcance do gato: a ingestão desses objetos pode sufocá-lo ou perfurar o estômago ou o intestino.
• Feche as tampas da lavadora e da lata de lixo.
• Mantenha desinfetantes e produtos de limpeza fora do alcance do bicho.
• Certas plantas ornamentais podem provocar problemas para seu gato: evite a mimosa, a borracha, o filodendro, o açafrão, a macieira do amor, o louro-rosa e a comigo-ninguém-pode.




