No seu artigo, o veículo de comunicação chama a atenção de que os presidentes dos EUA normalmente não vão ao aeroporto para se encontrar com outros líderes; em vez disso, eles os recebem. Desta vez, o anfitrião acompanhou o hóspede estrangeiro desde o início de sua visita.
O discurso de Xi no Salão Oval foi "medido e deliberado", especificamente o líder chinês exortou a ampliar a lista de cooperação e encurtar a de problemas. Ele acrescentou a frase que mais importa para os negociadores chineses, dizendo que uma relação econômica estável requer "igualdade, respeito mútuo e benefício mútuo".
O líder da China chegou com um conjunto coerente de posições que repetiu, sem variação, desde a cúpula de maio celebrada em Pequim. Washington acudiu com uma prorrogação de dois meses da trégua comercial começada com o alcance do acordo na Coreia do Sul no ano passado. O pacto que expira em novembro foi agora adiado para fevereiro.
Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, isso oferece agora "mais tempo" para ver o que se pode fazer na economia.
O líder chinês Xi Jinping está realizando uma visita aos Estados Unidos, de 23 a 25 de setembro, a convite de seu homólogo norte-americano Donald Trump.
As deficiências de terras raras continuaram sendo questões de negociação com Washington na recente conversa, e Pequim não demonstrou urgência em encerrá-las nos termos norte-americanos, apontou a mídia chinesa.
Pequim expôs claramente os seus pedidos em relação a Taiwan, exortando Washington a opor-se à independência, em vez de simplesmente se abster de a apoiar, e a lidar com a questão com prudência. Além disso, pediu que suspenda permanentemente as vendas de armas a Taipé.
Ambos os líderes também abordaram questões ligadas à tecnologia, segurança e inteligência artificial.
Fonte: Sputnik Brasil.




