quinta-feira, 28 de maio de 2026 17:56:28

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Mais do que fragrâncias, verdadeiros escudos – O louro é muito usado para coroar a bravura, o saber e…

As pessoas tem muito mais sensibilidade do que seus cinco sentidos demonstram através do tato, paladar, visão, audição e olfato. Elas reagem diferentemente entre si e com relação a lugares que freqüentam. Você pode observar uma pessoa vindo em sua direção parecendo muito normal aos olhos dos outros, porém, quanto mais ela se aproxima de você, maior a sensaçâo de mal estar. Até sua própria casa as vezes pode gerar uma sensação de desconforto.
São acontecimentos que não se pode explicar, embora cada um de nós tenha suas suposições. De qualquer modo, essas energias invisíveis fazem parte da vida e nos afetam tão profundamente que podem até mudar o curso de nossos atos. Muitas vezes estamos com alguém que subitamente diz: “Preciso sair daqui, não estou me sentindo bem”. au ainda: “Aquela pessoa suga minhas energias, quero evitá-Ia”. Apesar de nós não estarmos sentindo o mesmo, compreendemos essas sensações, aceitando que alguns fenômenos energéticos desagradáveis afetaram o ambiente ou a pessoa.
Embora tenhamos uma capacidade limitada para descrever com palavras essas energias invisíveis, elas existem sem dúvida alguma. Afinal, se invisibilidade significasse não-existência, então não existiriam rádios, televisões e telefones, pois esses aparelhos receptores interpretam partículas invisíveis de informação que flutuam no ar. Como tais aparelhos, nossos corpos são receptores de energias invisíveis que muitas vezes não nos agradam. Independente de crenças e culturas, as pessoas sempre utilizaram as fragrâncias como um escudo protetor para manter afastada a negatividade. o cedro, o pinho e o zimbro figuram entre as plantas mais freqüentemente adotadas para essa finalidade.
O zimbro, por exemplo, era usado por nativos norte americanos para manter os “fantasmas” afastados. Em compensação, no Tibete é oferecido diariamente aos bons espíritos. Em muitas culturas orientais há o costume de incensar os ambientes para limpá-los. Tais práticas têm sido repetidas desde a Antigüidade na Mesopotamia, Egito, Grecia e Roma – todos utilizavam as fragrâncias nâo apenas para atrair energia benéfica, más também para manter maus espíritos afastados. Os gregos preferiam o louro, enquanto os romanos elegeram a verbena para se protegerem.

Esse texto é apenas para fins informativos. Para orientação ou diagnóstico, consulte um profissional.

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