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Segundo o analista, Zelensky sabe “muito bem” que, se houver eleições na Ucrânia, ele será derrotado e, tudo pelo que ele tem lutado, “por esse mundo corrupto que ele domina, desmoronaria ao seu redor”.
Neste contexto, Ritter sublinhou que o líder da Ucrânia tinha pedido 60 dias não para organizar uma votação, mas para que ele possa reconstruir suas fábricas, rearmar e dar descanso às suas tropas, recrutar mais contingente e continuar a luta. Por isso, segundo o ex-militar norte-americano, não se pode acreditar nas palavras de Zelensky.
De acordo com Ritter, Zelensky é uma ferramenta nas mãos da elite política e econômica da União Europeia, que vinculou seu próprio futuro à continuação do conflito com a Rússia, usando a Ucrânia como uma força proxy.
No entanto, Zelensky acabou de provar que “não se importa com o povo ucraniano” porque, se se importasse, teria colocado um fim ao conflito, resumiu o ex-militar norte-americano.
Em 11 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que Zelensky deveria realizar eleições na Ucrânia, já que o país precisa de um novo líder que possa negociar com a Rússia.
Por sua vez, Zelensky se recusou a fazê-lo, impondo como condição que só estaria pronto para tratar dessa questão apenas no caso de se declarar uma trégua completa de 60 dias com a Rússia.
Diante disso, Moscou afirmou em repetidas ocasiões que não deseja uma trégua, mas uma paz duradoura, e que estava pronta para fazer todo o possível para atingir este objetivo.
Fonte: Sputnik Brasil.
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