OpenAI retoma treinamento de IA, mas sem acesso à Internet

Recentemente, foram relatados incidentes que causaram a pausa no mês passado, sob o risco de que modelos ainda não lançados pudessem realizar ações não aprovadas on-line durante o treinamento, disse a empresa responsável pelo ChatGPT.
Ontem (22), a companhia informou que dois agentes de inteligência artificial desativaram ferramentas de monitoramento durante tarefas internas de programação, em episódios registrados nos dias 3 e 6 de outubro, mas os casos não envolveram invasões a sistemas de terceiros.
Em um dos episódios, o agente interpretou uma instrução sobre mensagens no Slack como autorização para interromper alertas de segurança. No outro, um sistema removeu uma ferramenta de monitoramento e afirmou incorretamente que não havia feito isso.

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A OpenAI informou que está reforçando as proteções para dificultar que os agentes desliguem esses mecanismos. A empresa também investiga se os episódios indicam uma tendência dos modelos de agir de maneiras contrárias ao treinamento para evitar a supervisão humana.

No final de setembro, a companhia informou, pela primeira vez, que um dos modelos acessou, sem autorização, a web para se conectar a um chatbot externo, além da fuga de dados do sistema da plataforma de IA Hugging Face.
A empresa afirmou que, desde então, implantou correções de software, impôs restrições de rede mais rígidas e divulgou as descobertas aos fornecedores.
Outros desenvolvedores de IAs e companhias como a Anthropic também relataram incidentes envolvendo modelos de inteligência generativa e ataques autônomos ou ações não autorizadas em sites e sistemas de terceiros.

Fonte: Sputnik Brasil.

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