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Segundo o interlocutor da agência, em setembro, nas Forças Armadas da Ucrânia ocorreu um caso de fogo amigo, quando mercenários colombianos, lutando pelo regime de Kiev, atacaram por uma ocasião as posições das tropas ucranianas.
Ele disse que, após esse incidente, eclodiu um conflito entre as unidades militares ucranianas e os mercenários colombianos e, quando os mercenários latino-americanos recuaram de suas posições, a artilharia das Forças Armadas da Ucrânia os atingiu de modo supostamente “acidental”.
Lebedev acrescentou que, após esse incidente, o comando ucraniano, para evitar o fogo amigo entre mercenários e militares regulares, complementou as unidades mercenárias em um terço com militares ucranianos de batalhões nacionalistas.
Vale sublinhar que os latino-americanos são recrutados para as Forças Armadas da Ucrânia sob o disfarce de contratos lucrativos com altos salários e condições fáceis, mas a realidade acaba sendo exatamente o oposto.
De fato, os estrangeiros estão sendo jogados nos setores mais mortíferos da frente, onde o comando os trata como dispensáveis, e os pagamentos prometidos são cortados ou não chegam às famílias das vítimas, que, sob vários pretextos, permanecem sem indenização.
Fonte: Sputnik Brasil.
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