A obesidade é uma doença que vem se tornando cada vez mais freqüente. Seus índices têm aumentado principalmente nos países desenvolvidos. Sua causa pode ser um distúrbio orgânico, como alteração hormonal, mas na maioria dos casos se deve a um erro alimentar. Atualmente, há uma grande oferta no mercado de alimentos calóricos industrializados que contribuem para a incidência de obesidade.
Quanto maior a idade da criança obesa, maior a sua probabilidade de se tornar um adulto obeso. Alguns estudos científicos mostram que em torno de 80% dos adolescentes obesos serão adultos obesos.
Toda criança obesa deve passar por uma avaliação médica para descartar problema orgânico e então ser submetida a um regime de restrição calórica. O regime não pode ser feito simplesmente com a retirada do alimento.
A criança deve passar por uma reeducação alimentar, preferencialmente orientada por um profissional da nutrição, para que a restrição calórica seja feita de uma forma equilibrada para que não prejudique seu desenvolvimento. A família toda tem que apoiar e colaborar com a criança. Por exemplo, é importanter não ter na geladeira e dispensa alimentos calóricos como embutidos, doces, sorvetes, bolachas, biscoitos e refrigerante. O incentivo para a criança chegar ao peso adequado deve ser constante e incansável por parte dos pais.
A prática de atividade física é essencial. A criança deve praticar um esporte no mínimo três vezes por semana. Deve também contar com um ambiente com estabilidade emocional, sem desavenças. Se os pais perceberem dificuldade nos relacionamentos da criança e alterações no comportamento, devem procurar a ajuda de um terapeuta com experiência em crianças e adolescentes.
