Chega a afetar 15 milhões de americanos - praticamente a mesma cifra de diabéticos que assola o país.
O distúrbio está diretamente associado a doenças cardiovasculares. Tanto que atinge metade dos cardiopatas. O cardiologista americano Virend Somers, da renomada Clínica Mayo, disse que há indícios de que a morte súbita ocorra entre apnéicos sem tratamento. E, para piorar, os dispositivos para facilitar a respiração noturna funcionam só em 60% dos casos.




