Malhação para o cérebro

Meditar parece funcionar como uma espécie de musculação para a massa cinzenta, já que deixa algumas das suas áreas mais encorpadas. Pelo menos é isso que dá para concluir de uma pesquisa publicado na revista britânica Neuroreport.
Por meio de imagens de ressonância magnética, os cientistas analizaram o córtex de 20 indivíduos com vasta experiência num tipo de meditação que
não requer a repetição de um mantra.
Daí, os resultados foram comparados com os de não praticantes. Nos indivíduos que meditavam, regiões cerebrais por trás dos sentidos e da concentração, como o córtex pré-frontal e a ínsula, eram mais espessas. "Esses dados poderão servir de subsídio para avaliar alguns benefícios da meditação", disse à SAÚDE! Sara Lazar, autora da pesquisa.
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