Ele é feito de fibrina, substância envolvida no processo natural de cicatrização de feridas, e poderá ser de grande utilidade no manuseio e na aplicação cirúrgica de culturas de queratinócitos, células responsáveis por produzir pele novinha em folha.
O produto foi estudado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e, por enquanto, está sendo testado em animais. "No procedimento tradicional, o cultivo e a formação do tecido levam de quatro a cinco semanas", explica a médica Daniela Yukle Sakai, residente da disciplina de cirurgia plástica da FMUSP. "Com o gel esse período pode ser reduzido para quatro ou cinco dias, o que muitas vezes é vital para pacientes com grandes perdas cutâneas".




