Chuva chega ao interior do Nordeste depois de seca prolongada

O céu fica com muitas nuvens em toda a região, que terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o Maranhão e o Piauí. Há aviso amarelo de perigo potencial de tempestade no centro-sul baiano e, no oeste da Bahia, as chuvas ocorrem de forma isolada. Estudo prevê até 13,3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño. Sob El Niño, primavera deve ter calor, seca e tempestades severas. Os termômetros nas capitais permanecem elevados, com a mínima de 20°C em Maceió e a máxima de 37°C em Teresina. No Norte do país também há alerta amarelo de perigo potencial para chuvas intensas no centro, oeste e noroeste do Amazonas e no sudoeste de Roraima. No restante dos dois estados, sul do Pará e no Tocantins a previsão é de chuva com trovoadas. Nas capitais, a temperatura mínima esperada para é de 22°C em Rio Branco e a máxima de 37°C em Porto Velho. No Sul, o sol predomina na maior parte da região. A exceção é para o sul do Rio Grande do Sul, onde há aviso amarelo de perigo potencial para tempestade com queda de granizo. No restante do estado, há possibilidade de chuva isolada. A temperatura sobe bastante e não há mais previsão de geada. Entre as capitais, a mínima será de 10°C em Curitiba e a máxima de 26°C em Porto Alegre. No Sudeste do país, o céu fica com muitas nuvens em grande parte da região, e ocorrem chuvas isoladas no noroeste, oeste, centro e sudeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. A temperatura entra em rápida elevação e atinge, nas capitais, 29°C no Rio de Janeiro, enquanto a mínima fica em 15°C em São Paulo. No Centro-Oeste, as áreas de instabilidade devem se concentrar entre o norte e leste de Mato Grosso, norte de Goiás e o Distrito Federal, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. As temperaturas continuam aumentando e, entre as capitais, a mínima é de 18°C em Campo Grande e a máxima de 40°C em Cuiabá. Fonte: Agência Brasil https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/chuva-chega-ao-interior-do-nordeste-depois-de-seca-prolongada