A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nesta terça-feira (6), especificou que todas as importações dos combustíveis fósseis custaram à Europa 100 bilhões de euros (R$ 561,5 bilhões) a mais, sem que os países comunitários adquirissem uma única molécula de energia adicional.
De acordo com von der Leyen, há quatro anos, os países importaram 45% de gás da Rússia. Hoje em dia, o gás russo representa só 12% de todo o volume do combustível azul que a Europa compra no exterior.
"E vamos reduzir isso para zero até o fim do ano que vem", prometeu a presidente da Comissão Europeia.
Neste contexto, ela também apresentou uma iniciativa para os países da UE transferirem todas as operações de compra de gás para a Comissão Europeia ou para um único operador europeu sob o controle de Bruxelas.
Por sua vez, o representante especial do presidente russo para investimento e cooperação econômica com países estrangeiros, Kirill Dmitriev, indicou que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, e "outros russófobos" são os responsáveis diretos pelo aumento das contas de energia dos europeus.
Durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, Dmitriev revelou a jornalistas que os países europeus perderam cerca de 3 trilhões de euros (R$ 16,8 trilhões) devido ao abandono da energia russa e estavam praticamente levando suas economias ao colapso.
Durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, Dmitriev revelou a jornalistas que os países europeus perderam cerca de 3 trilhões de euros (R$ 16,8 trilhões) devido ao abandono da energia russa e estavam praticamente levando suas economias ao colapso.
Fonte: Sputnik Brasil.




