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“Não sei se ele virá. Certamente, adoraria que viesse”, respondeu Trump a jornalistas, ao ser questionado sobre a possível participação de Putin no encontro das principais economias do mundo, que será realizado em Miami, nos dias 14 e 15 de dezembro.
No fim de setembro, o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, declarou que Moscou considerava prematuro falar sobre uma possível reunião entre Putin e Trump durante a cúpula do G20, embora a Rússia valorizasse o convite dos Estados Unidos.
Na ocasião, secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, confirmou o convite, admitiu a possibilidade de um encontro entre Putin e Trump durante a cúpula e afirmou que Washington está aberto ao diálogo com a Rússia.
Em entrevista à Rádio Sputnik no último mês, o analista geopolítico Raphael Machado avaliou o simbolismo e os impactos do convite e possível ida de Putin aos EUA. “O significado político primário é do fracasso da tentativa de isolar a Rússia da tentativa de excluir a Rússia do sistema mundo. Desde antes da operação militar especial, mas especialmente a partir dela, existe um esforço por tentar apagar o país do mapa”, ressaltou Machado.
Putin não participa presencialmente de uma cúpula do G20 desde 2019, quando o encontro ocorreu no Japão. A cúpula seguinte, em Riad, Arábia Saudita, se deu de maneira virtual por conta da pandemia de Covid-19 e, desde então, o presidente russo se mantém afastado dos encontros.
O G20 é composto por Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, África do Sul, Rússia e Turquia, além da União Europeia e União Africana.
Fonte: Sputnik Brasil.
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