Padilha critica Flávio Bolsonaro sobre o SUS e alerta para ‘tesoura do Milei’

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Padilha destacou que o Einstein realiza cerca de 75 mil internações por ano, com custo superior a R$ 7 bilhões. Segundo ele, por meio de parcerias com o Sistema Único de Saúde (SUS), a instituição já interna mais pacientes da rede pública do que do próprio hospital privado.
O ministro também associou a proposta de Flávio Bolsonaro à situação dos hospitais federais do Rio de Janeiro durante o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. “O padrão do Flávio Bolsonaro é o do apagão dos hospitais federais do Rio”, disse.
Padilha também alertou para os riscos de cortes nos recursos da saúde e da educação para o financiamento estudantil. Ao comentar o Fies, o ministro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu que o Estado assumisse o papel de fiador dos estudantes.
Ele destacou ainda a importância do Fies, do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Mais Médicos para ampliar o acesso ao ensino superior, incluindo iniciativas de inclusão de estudantes de escolas públicas.
O ministro defendeu a proteção dos recursos destinados às duas áreas para permitir a continuidade e a ampliação das políticas de acesso à educação.
As declarações foram feitas nesta quarta-feira (21), durante visita de Padilha ao Hospital Universitário dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro, para conhecer a ampliação da estrutura assistencial da unidade, que recebeu 21 novos leitos: nove na Unidade Pós-Operatória e 12 na enfermaria cirúrgica.
A agenda também incluiu a vistoria de 15 Unidades Móveis de Rua (UMRs) que atendem à população em situação de rua na capital fluminense. Os veículos oferecem suporte a consultas, vacinação, exames e outros cuidados pelo SUS.

Fonte: Sputnik Brasil.

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