‘Mais burra do mundo’: líder da AfD crítica política energética da Alemanha

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Entre esses erros, Weidel mencionou o desligamento das usinas nucleares e a transição para as energias solar e eólica, que, devido às condições naturais, não podem garantir um fornecimento estável de energia.
Como consequência, atualmente a Alemanha é forçada a importar a eletricidade dos países vizinhos a preços muito altos, o que, por sua vez, priva as empresas alemãs de competitividade, fazendo com que entrem em falência ou transfiram suas operações para o exterior.
Em 2011, o governo da Alemanha, liderado pela então chanceler Angela Merkel, decidiu abandonar por completo o uso da energia nuclear até 2022 por causa do acidente ocorrido na usina nuclear Fukushima-1, no Japão.
Em 2022, apenas três usinas nucleares estavam em operação no país. Como resultado do abandono do gás russo, sua operação foi prolongada até meados de abril de 2023, quando elas já foram finalmente desativadas.

Fonte: Sputnik Brasil.

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