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“Só hoje a Rússia tem um grupo de quebra-gelos que permite que isso [o transporte pela Rota Marítima do Norte] seja feito com segurança. E é improvável que [o grupo] apareça, na mesma Europa, em países europeus nas próximas décadas“, disse Likhachev aos jornalistas.
As condições severas do Ártico historicamente bloqueavam à humanidade a rota mais curta entre Ásia e Europa, mas o caminho está em desenvolvimento graças às novas tecnologias avançadas e à nova geração de quebra-gelos atômicos em meio à crescente demanda por transportadores.
Fonte: Sputnik Brasil.
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