De olho na China, EUA realizam teste subterrâneo para detectar explosões nucleares

Relata-se que o experimento foi conduzido usando produtos químicos altamente explosivos e radiotraçadores. Os dados coletados serão usados para validar modelos científicos e refinar algoritmos críticos para os esforços de detecção de uma explosão nuclear.
Neste experimento, os pesquisadores reuniram medições usando um amplo conjunto de sensores avançados, incluindo acelerômetros, sismômetros, infrassom, eletromagnéticos, meteorológicos e outros. O objetivo é melhorar a compreensão das assinaturas produzidas por explosões subterrâneas.
Esta prova se realizou em consonância com o compromisso do presidente, Donald Trump, de manter a liderança dos EUA na segurança nuclear global e garantir que Washington tenha capacidades incomparáveis para detectar testes nucleares estrangeiros, disse a nota de imprensa.
Segundo o órgão, o teste foi focado em melhorar ainda mais as capacidades dos EUA para detectar uma explosão "desacoplada", que Washington suspeita que a China tenha conduzido em junho de 2020 em suas instalações de Lop Nur.
Em fevereiro de 2026, o subsecretário de Estado para controle de armas e segurança internacional, Thomas G. DiNanno, acusou a China de realizar um teste de explosivo nuclear em 22 de junho de 2020. Segundo este diplomata, a China usou o método de explosão "desacoplada" para diminuir a eficácia do monitoramento sísmico com o fim de esconder suas atividades do mundo.
Por sua vez, Pequim rejeitou estas acusações dos EUA dizendo que são "mentiras descaradas" e "completamente infundadas". Tais testes, segundo as autoridades chinesas, violariam a moratória informal dos experimentos globais.

Fonte: Sputnik Brasil.

Publicidade
Top Categories