A reportagem salienta que as fábricas chinesas, antes associadas à mão de obra barata e a produtos baratos como roupas e brinquedos, agora produzem alguns dos itens mais sofisticados do mundo.
Segundo a matéria, a China está rapidamente alavancando a automação, o design inovador e o apoio maciço do governo do país para superar os líderes tradicionais da indústria.
Com 32% do valor agregado da manufatura global, o dobro de sua participação em 2010 e superando a produção combinada dos EUA, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, a China se tornou um gigante industrial em produtos avançados, como veículos elétricos e robótica.
Esse avanço ocorre às custas diretas de empresas norte-americanas e europeias, já que companhias chinesas como BYD e Xiaomi oferecem produtos ricos em recursos a preços que rivais ocidentais lutam para igualar, observa o texto.
Apoiados por subsídios, crédito barato e eficiências na cadeia de suprimentos, os fabricantes chineses estão inundando os mercados globais com exportações, incluindo mais de um milhão de carros que entraram na União Europeia somente no ano passado.
A produção chinesa excedente é cada vez mais direcionada aos mercados estrangeiros, sinalizando uma mudança decisiva no poder econômico global do Ocidente para o Oriente, conclui a reportagem.
Anteriormente, um veículo de comunicação da mídia norte-americana escreveu que, após oito anos de tarifas historicamente altas, controles de exportação e muitas outras disputas, a política do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à China foi um fracasso e Washington está perdendo para Pequim na guerra comercial.
Fonte: Sputnik Brasil.




