Apesar de muitos pesquisadores acreditarem que a Aids existe há mais tempo do que se pensava, foi no início dos anos 80 que o mundo conheceu seu poder e sua disseminação. Naqueles dias contrair a doença era sinônimo de morte certa e preconceito, pois a doença era associada aos homosexuais. Hoje temos muita informação para combater tanto o preconceito quanto para evitar a doença, que ainda é mortal. Dicas simples e uma "boa cabeça" podem nos livrar de muitos problemas.
Fique atento. Assim Pega
Nas transas sem camisinha. Pode ser sexo anal, vaginal ou oral.
Compartilhando seringa ou agulha.
Nas transfusões, quando o sangue está contaminado pelo vírus da aids, o HIV.
Durante a gravidez, no parto ou na amamentação, as mães infectadas podem transmitir o vírus da Aids para o filho.
Fique frio. Assim não pega
Abraço, aperto de mão, carinhos e beijo na boca.
Masturbação a dois.
Suor, lágrimas, saliva ou espirro.
Aparelhos sanitários, pias e piscinas.
Picada de inseto.
Copos, pratos, talheres, roupas de cama e toalhas usadas por pessoa que tem o vírus.
Doando sangue.
Como se cuidar
Camisinha nas transas, sempre, e desde o início da relação sexual.
Feridas, verrugas e corrimentos no ânus, na vagina ou no pênis podem ser sinais de doença sexualmente transmissível (DST). Se você tiver algum desses sintomas, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo.
Se você usa drogas injetáveis, não compartilhe agulhas, seringas e equipamentos de diluição (colher, etc.). Use sempre agulhas e seringas descartáveis.
Futuras mamães: façam exame de HIV. É um direito seu.
Seja radical com a sua saúde
Com o efeito do álcool e de outras drogas, você pode acabar esquecendo a camisinha. Não vacile!
Converse com quem você confia.
Informe-se no www.adolesite.aids.gov.br




