Nos últimos anos tem aumentado o número de crianças e adolescentes com altos níveis de colesterol. "Na infância ele é mais perigoso, pois é um fator de risco com maior tempo de ação", alerta Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Incor.
Por trás da nova estatística estão as comidas industrializadas e a fast-food, que contêm quantidades elevadas de colesterol e gordura saturada. Preocupada, a pesquisadora Rosa Nilda Chávez Jáuregui está desenvolvendo um projeto em parceria com a USP e com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para a criação de um salgadinho livre de colesterol e de outros tipos de lipídeo.
Em fase de testes, a guloseima é à base de amaranto, uma planta comum na América do Sul, e promete ser 13% menos gordurosa que os produtos disponíveis no mercado.
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