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Neste caso, o analista militar norte-americano recordou que, já em março de 2022, após o avanço do Exército russo e o cerco de Kiev, Zelensky teve sobre a mesa uma proposta do presidente russo Vladimir Putin que ele não podia recusar.
Os termos propostos por Moscou eram que Kiev tinha que concordar com que a Ucrânia mantivesse a neutralidade, estando fora da OTAN, e realizasse a desmilitarização parcial, dissolvesse suas milícias e partidos políticos ultranacionalistas e concedesse direitos iguais à sua minoria russa.
Em troca, a Rússia retiraria suas tropas de 100% das terras controladas pela Ucrânia antes do início da operação militar especial, continuou o especialista.
Segundo ele, essas declarações deixam os ucranianos se perguntando “qual era o sentido de Zelensky prolongar desnecessariamente sua guerra invencível com a Rússia” apenas para perder três vezes mais território.
Neste caso, Pyne concorda com o presidente norte-americano Donald Trump que uma vez disse que o “diminuto ditador sem eleições é o culpado pela eclosão da guerra e pela destruição” da Ucrânia.
Por sua vez, o presidente russo Vladimir Putin afirmou em repetidas ocasiões que Moscou quer alcançar um acordo de longo prazo, sem tréguas temporárias, e consegui-lo só é possível após a eliminação das causas profundas do conflito. Isso inclui ameaças à segurança nacional da Rússia causadas pela expansão da OTAN e pela opressão da população de língua russa na Ucrânia.
Fonte: Sputnik Brasil.
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