Em entrevista ao portal Euractiv, a deputada afirmou que os governos em Berlim e Paris atrapalham o avanço das decisões sobre a defesa coletiva europeia quando seus interesses nacionais e industriais são afetados.
Segundo a parlamentar, todos os grandes países da União Europeia, incluindo Alemanha, França, Itália, Polônia e Espanha, são capazes de bloquear ou retardar iniciativas de defesa europeias quando afetam seus interesses nacionais, incluindo potencialmente os industriais.
Strack-Zimmermann também rejeitou as tentativas de atribuir a responsabilidade pelo lento avanço dos projetos europeus de defesa exclusivamente às instituições da UE.
De acordo com a publicação, a insatisfação dos eurodeputados com as ações dos governos nacionais aumentou durante as negociações sobre uma série de iniciativas de defesa da UE, incluindo medidas para reduzir os procedimentos burocráticos para a indústria de defesa e aumentar a mobilidade militar dentro do bloco.
No início de setembro, a França, a Alemanha e a Itália se opuseram ao novo grupo consultivo de defesa proposto pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, o que resultou no abandono dessa ideia
Fonte: Sputnik Brasil.




