Como prevenir o hipo e o hipertireoidismo?
Por meio da medição anual Udos níveis de hormônios tireoideanos, recomendada após os 35 anos ou, antes disso, caso haja alguma suspeita. Isso é feito por exame de sangue específico que avalia a dosagem de TSH, 13 e T 4 e a presença de anticorpos contra a tireóide no organismo.
É comum aparecer nódulos na tireóide?
Sim. Estima-se que de 1'14% a 7% dos brasileiros entre 30 e 50 anos apresentam nódulos, na proporção de um homem para cada quatro mulheres. Esta diferença é explicada pelas mudanças ocorridas no corpo feminino na idade fértil. "Depois da gravidez, aumentam as chances de alterações na tireóide", explica Kulscar.
Por meio da medição anual Udos níveis de hormônios tireoideanos, recomendada após os 35 anos ou, antes disso, caso haja alguma suspeita. Isso é feito por exame de sangue específico que avalia a dosagem de TSH, 13 e T 4 e a presença de anticorpos contra a tireóide no organismo.
É comum aparecer nódulos na tireóide?
Sim. Estima-se que de 1'14% a 7% dos brasileiros entre 30 e 50 anos apresentam nódulos, na proporção de um homem para cada quatro mulheres. Esta diferença é explicada pelas mudanças ocorridas no corpo feminino na idade fértil. "Depois da gravidez, aumentam as chances de alterações na tireóide", explica Kulscar.
Mas os homens não devem deixar de fazer exames (ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, cintilografia e auto-exame), especialmente após os 40 anos. "Eles não desenvolvem saliências na glândula com facilidade, porém, quando há nódulo a chance de ser câncer é de 30%, enquanto nas mulheres é de 20%." Os nódulos podem ou não estar associados ao hipo e hipertireoidismo.
Todo nódulo é câncer?
Nem sempre saliências palpáveis na região do pescoço são tumores malignos. De cada 20 nódulos na tireóide, apenas um é diagnosticado assim. No entanto, a chance de ser câncer aumenta quando o caroço aparece em idosos, homens, crianças ou em pacientes submetidos à radioterapia na cabeça, no pescoço ou no tórax, que tenham passado por tratamentos de outros tumores, por exemplo.
Como são os tratamentos?
Se não houver suspeita Ude câncer e os nódulos forem pequenos (menores de 3 cm), não comprimindo a traquéia (região onde está a glândula), o tratamento clínico com reposição de hormônios tireoideanos é o mais indicado. O procedimento não acaba com eles, apenas impede que cresçam. Caso contráio, é recomendada a cirurgia de retirada de parte ou de toda a glândula. Esta dura entre uma e duas horas e deve ser feita por especialista, para que as seqüelas sejam mínimas. "Atrás da tireóide passa o nervo que movimenta a corda vocal.
Todo nódulo é câncer?
Nem sempre saliências palpáveis na região do pescoço são tumores malignos. De cada 20 nódulos na tireóide, apenas um é diagnosticado assim. No entanto, a chance de ser câncer aumenta quando o caroço aparece em idosos, homens, crianças ou em pacientes submetidos à radioterapia na cabeça, no pescoço ou no tórax, que tenham passado por tratamentos de outros tumores, por exemplo.
Como são os tratamentos?
Se não houver suspeita Ude câncer e os nódulos forem pequenos (menores de 3 cm), não comprimindo a traquéia (região onde está a glândula), o tratamento clínico com reposição de hormônios tireoideanos é o mais indicado. O procedimento não acaba com eles, apenas impede que cresçam. Caso contráio, é recomendada a cirurgia de retirada de parte ou de toda a glândula. Esta dura entre uma e duas horas e deve ser feita por especialista, para que as seqüelas sejam mínimas. "Atrás da tireóide passa o nervo que movimenta a corda vocal.
E ao lado dela está a paratireóide, do tamanho de um grão de arroz, que controla a absorção de cálcio pelo intestino e sua reabsorção pelos ossos. Um trauma nessa região pode resultar em alteração na voz e em formigamento nas mãos e nos lábios", explica Kulcsar. Depois da cirurgia, alguns pacientes precisam de cálcio por algum tempo, além da reposição de hormônios tireoideanos pelo resto da vida.




