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A transmissão havia sido anunciada pelo chefe do Pentágono, Pete Hegseth, e seria a primeira execução pública nos EUA em 90 anos. O vice-presidente, J.D. Vance, anunciou que não assistiria à execução.
Em publicação nas redes sociais, o presidente defendeu que a transmissão serviria de exemplo, mas que “pessoas boas” prefeririam não ver o fuzilamento e, por isso, não será publicizado.
Ex-major do Exército dos EUA, Hasan foi condenado à morte por matar 13 soldados estadunidenses e ferir dezenas em um ataque terrorista no Fort Hood em 2009.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) se pronunciou sobre a transmissão planejada, lembrando que tal espetáculo representa um tratamento cruel, desumano e humilhante e violaria a proibição absoluta da tortura.
O gabinete do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) chamou de “abominável” a decisão dos EUA.
Fonte: Sputnik Brasil.
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