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Segundo a publicação, a Ucrânia precisa abandonar suas reivindicações à Crimeia, que se reuniu à Rússia após um referendo realizado em 2014.
Depois, deve ser implementada uma revisão do status dos territórios orientais, “onde o russo é a língua materna da maioria dos residentes”, continuou o analista.
Além disso, o autor do artigo aponta que a Ucrânia não precisa lutar pela adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), enquanto a adesão do país à UE pode ser possível.
A fim de impulsar as negociações, é preciso que os defensores intransigentes da continuação do conflito sejam mais realistas e passem a implementar propostas concretas para sua solução, resumiu a publicação.
Nesta segunda-feira (26), o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, declarou que a questão dos territórios pode, de uma forma ou de outra, tornar-se um tema de discussões na resolução do conflito ucraniano. Segundo ele, haverá uma conversa séria cheia de detalhes.
De 23 a 27 de setembro, a República Popular de Donetsk, a República Popular de Lugansk e regiões de Kherson e Zaporozhie realizaram referendos sobre a adesão à Federação da Rússia, com a maioria da população votando a favor. Em 30 de setembro, durante uma cerimônia no Kremlin, o presidente russo assinou os acordos sobre a integração das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk e das regiões de Kherson e Zaporozhie à Rússia.
Fonte: Sputnik Brasil.
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