Assim, estima-se que essa estratégia aprofunde ainda mais a dependência de Washington em relação a títulos com vencimento inferior a um ano, em um momento de forte volatilidade, no qual os custos do endividamento de longo prazo estão em seus níveis mais altos desde 2007 — o ano anterior à última grande crise financeira.
A alta nos rendimentos reflete o aumento constante da dívida pública americana, que atingiu um recorde histórico de US$ 40 trilhões no final de agosto, bem como as vultosas emissões corporativas destinadas a financiar a expansão da inteligência artificial e o aumento do custo de vida nos EUA, decorrente da guerra contra o Irã iniciada por Washington e Tel Aviv no início do ano.
Fonte: Sputnik Brasil.




