"Na Europa, tranquiliza Rutte, não há risco sério de escalada e uso de armas atômicas, [...]. Tal quadro deveria tranquilizar os cidadãos da Europa. Então, não está claro por que a compra em massa de armas deve continuar como se um confronto militar com Moscou fosse inevitável", pontua a reportagem.
"O 'antigo' Rutte retorna precisamente quando se trata de armas, especialmente no debate sobre a predominância dos bens europeus nos países da UE", observa a publicação.
Conforme relatou anteriormente a embaixada russa em Bruxelas, Moscou alertou a OTAN e o Ministério das Relações Exteriores da Bélgica de que as ações da aliança em torno da região de Kaliningrado e a escalada da situação aumentam drasticamente o risco de confronto armado direto, e declarou sua prontidão em usar todos os armamentos disponíveis para proteger seu território.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou repetidamente que a Rússia não está se preparando para o combate com a Europa, e não há razão para isso. O líder russo apontou que os políticos ocidentais regularmente intimidam sua população com uma suposta ameaça russa para distrair a atenção dos problemas internos.
Fonte: Sputnik Brasil.




