Uma vez gerados, os elétrons foram impulsionados por um acelerador linear até atingirem a energia de 2,2 bilhões de elétron-volts, estabelecendo um marco para o projeto. A HALF foi desenhada para usar raios X extremamente brilhantes com o fim de observar a estrutura da matéria em escala atômica.
A construção da HALF começou em 2023 e prevê-se que o projeto seja concluído em 2028, permitindo à China desenvolver o avançado sistema de fonte de luz que cobrirá faixas de alta, média e baixa energia.
Uma vez finalizada, a instalação contará com cerca de 35 estações experimentais a serem compartilhadas por cientistas de todo o mundo com o objetivo de ajudá-los a impulsionar avanços em supercondutividade de alta temperatura, novas baterias de energia, microchips e ciências da vida, como a pesquisa de Alzheimer.
As primeiras dez estações incluirão uma plataforma para litografia ultravioleta extrema – uma tecnologia-chave para a fabricação de semicondutores que atualmente estão sujeitos a rigorosos controles de exportação pelos EUA. Outras estações se concentrarão em nanodispositivos.
Fonte: Sputnik Brasil.




