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Segundo a publicação, os traficantes mudaram suas rotas para o leste e passaram a esconder a droga em embarcações que navegam pelos rios da planície amazônica. Depois, eles “escapam dos ataques da aviação norte-americana” ao longo do extenso litoral da Colômbia, navegando rente à costa em lanchas rápidas, justamente o tipo de embarcação que se tornou alvo das forças dos EUA.
Autoridades norte-americanas não identificadas disseram à publicação que, nos últimos 13 meses, drones e aeronaves dos EUA destruíram mais de 70 embarcações e privaram grupos criminosos de cocaína avaliada em US$ 1,5 bilhão (R$ 7,5 bilhões). Porém, as fontes acrescentaram que “enormes volumes de cocaína” continuam sendo transportados.
Além disso, volumes recordes de cocaína chegam diariamente à Europa e à Austrália. A droga também está mais barata e mais pura do que em qualquer outro momento das últimas décadas.
No fim de setembro, o Departamento de Segurança Interna dos EUA informou que a Guarda Costeira norte-americana havia apreendido quase 118 toneladas de cocaína no âmbito da operação de grande escala ainda em andamento.
Fonte: Sputnik Brasil.
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