Na codificação da Doutrina Espírita, Allan Kardec nos trouxe muitas informações sobre as energias que nos circundam e interpenetram. Em particular na Gênese iremos encontrar, no capítulo XIV, um detalhado estudo sobre os fluidos, que são energias que nós irradiamos e com as quais interagimos. Hoje, sabemos que elas se subdividem em várias categorias: as que denominamos magnéticas, aquelas que emitimos pelo olhar, outras que projetamos pelo verbo, e ainda as incomparáveis energias mentais.
Todas essas energias são produzidas de forma ininterrupta, ou seja, sempre as estamos irradiando, a diferir apenas as características próprias de cada uma e as circunstâncias em que as projetamos. Portanto, vivemos num "mar" de energias, interagindo constantemente com cada uma delas. E quando esse contato acontece, sempre resulta num benefício ou malefício para nós. Podemos comparar esse fenômeno com o ar que respiramos, que também está em toda parte e tanto pode ser puro como impuro.
Todas essas energias são produzidas de forma ininterrupta, ou seja, sempre as estamos irradiando, a diferir apenas as características próprias de cada uma e as circunstâncias em que as projetamos. Portanto, vivemos num "mar" de energias, interagindo constantemente com cada uma delas. E quando esse contato acontece, sempre resulta num benefício ou malefício para nós. Podemos comparar esse fenômeno com o ar que respiramos, que também está em toda parte e tanto pode ser puro como impuro.
Depende do lugar, do momento, da hora em que estivermos analisando a sua qualidade. Nessa comparação a diferença é que, no primeiro caso, a possibilidade de análise - se boa ou ruim - não é imediata, exigindo uma introspecção profunda de cada um de nós. A análise do ar se faz de forma automática, graças aos nossos sentidos sensoriais. Daí a dificuldade que possuímos em perceber a interação que temos com as energias que nos circundam e interpenetram e as conseqüências que isso traz a cada um de nós.
Quando entramos em contato com essas energias, nós as absorvemos, graças ao corpo espiritual que todos possuímos. E esse contato tanto pode se referir a uma pessoa, quando estam os próximo o suficiente do seu campo psíquico, quanto a um lugar, aberto ou fechado - uma casa espírita, um lar, um bar, uma loja, e nesses casos absorvemos as energias que ficaram no lugar, projetadas pelas pessoas que ali estiveram. Embora esse fenômeno da absorção seja comum, são poucas as pessoas que atentam para o fato, mesmo sendo raro nos dias atuais alguém que não tenha possibilidades psíquicas para identificar quando isso acontece; todos nós tivemos experiências em que nos sentimos bem em contato com boas energias, ou tivemos algum revés com as negativas.
Quando entramos em contato com essas energias, nós as absorvemos, graças ao corpo espiritual que todos possuímos. E esse contato tanto pode se referir a uma pessoa, quando estam os próximo o suficiente do seu campo psíquico, quanto a um lugar, aberto ou fechado - uma casa espírita, um lar, um bar, uma loja, e nesses casos absorvemos as energias que ficaram no lugar, projetadas pelas pessoas que ali estiveram. Embora esse fenômeno da absorção seja comum, são poucas as pessoas que atentam para o fato, mesmo sendo raro nos dias atuais alguém que não tenha possibilidades psíquicas para identificar quando isso acontece; todos nós tivemos experiências em que nos sentimos bem em contato com boas energias, ou tivemos algum revés com as negativas.
Novamente, podemos utilizar o ar como comparação. Num ponto, ele pode estar impregnado com o odor de um incenso; se gostamos do odor, ali permaneceremos; se não gostamos do cheiro, rapidamente procuramos nos retirar. Fazemos essa escolha conscientemente, graças ao sentido do olfato, mas quando a questão é psíquica, nossa percepção não é tão imediata, e talvez jamais se dê, por falta de análise.
Imaginemos ainda a seguinte situação: uma pessoa vai à casa espírita e sai dizendo que está se sentindo muito bem; outra pessoa vai a uma boate e tem um mal-estar. Sem a análise, não conseguiremos descobrir se os reflexos físicos de bem-estar e mal-estar estão ou não relacionados com a energia do local. Geralmente, em caso de mal-estar, analisamos a causa sob outros prismas, desviando para algo mais material, objetivo, como uma refeição que pode ter causado o problema. Somente a análise - primeiro das nossas possibilidades psíquicas, e posteriormente do fato em si - é que vai nos permitir uma visão mais nítida sobre o que pode ter nos afetado física, emocional, psíquica ou mentalmente.
Alguns afirmam ser possível ficar incólume a essa característica de absorção que possuímos, e às suas conseqüências, se estivermos com a mente elevada. Na verdade, isso não afeta a absorção fluídica visto que "elevar a mente" se refere, na prática, a aumentar a freqüência de nossas ondas mentais, estabelecendo uma sintonia com outras ondas também elevadas. Portanto, não interfere na absorção fluídica que acontece graças a uma característica do nosso corpo espiritual. Essas energias que circundam as pessoas e que se acumulam nos locais são chamadas de psicosfera, algo como a atmosfera psíquica da pessoa ou do lugar.
As energias que ficam acumuladas são as que nós irradiamos - mentais, verbais, visuais e magnéticas - durante a nossa permanência no local. Quando irradiadas, essas energias impregnam o ambiente e tudo mais que estiver ao seu redor. E como saberemos qual é a psicosfera de um lugar, já que ainda não possuímos aparelhos que revelem essas questões energéticas? De uma forma muito simples, utilizando-se da análise lógica, podemos ter uma idéia tem uma psicosfera; as pessoas que ali freqüentam é que a produzem.
A nossa casa tem uma, o cinema, o bar, o teatro. Basta verificarmos o que se irradia nesses locais para identificarmos qual energia está impregnada ali. Em segundo lugar, é importante considerar o foro íntimo das pessoas que freqüentam o lugar; não só o que se faz ali, mas o que intimamente se produz. Uma casa onde seus anfitriões gostam de dar festas poderia, à primeira vista, ser um local alegre, jovial, mas se as pessoas ali vão para, na maior parte do tempo, falar mal da vida alheia, a psicosfera do lugar será péssima.
Terceiro, mensurando a quantidade de pessoas que freqüentam o local, poderemos ter uma idéia bem aproximada da abrangência de sua psicosfera, o que é importante para sabermos o quanto ela pode nos impregnar. Uma pequena poça de lama pode sujar um pouco a nossa roupa, mas um grande lamaçal certamente nos trará grandes problemas.
Terceiro, mensurando a quantidade de pessoas que freqüentam o local, poderemos ter uma idéia bem aproximada da abrangência de sua psicosfera, o que é importante para sabermos o quanto ela pode nos impregnar. Uma pequena poça de lama pode sujar um pouco a nossa roupa, mas um grande lamaçal certamente nos trará grandes problemas.
E não são somente os ambientes fechados que a possuem. Um lugar aberto, um evento ao ar livre, também têm a sua atmosfera psíquica, só que nesses a renovação das energias consegue ser feita pelas forças da natureza; sol, água, ar e fogo, contribuindo assim para a higienização psíquica. Qual seria o resultado de toda essa absorção fluídica em nosso organismo? Ou melhor, para o ser que somos? Toda absorção se reflete em nosso ser, a diferir somente o tempo e a consciência desse processo.
Em alguns, ele será instantâneo; noutros, moroso, podendo levar horas, dias e até anos para se refletir. Algumas pessoas, conhecedoras de si mesmas, podem perceber rapidamente esse reflexo; outras podem jamais saber. A diversidade de situações é infinita, mas o reflexo acontece em todos nós.
Uma energia negativa pode provocar doenças e mal-estar, prejudicar psicologicamente, gerando síndromes e neuroses, ou prejudicar emocional e mentalmente. Cada pessoa vai reagir de uma forma diferente a determinada energia. Em nosso "laboratório" de exercícios mediúnicos, no curso de educação mediúnica da casa onde trabalhamos, numa das aulas práticas de percepção extra-sensorial, os Benfeitores irradiam energias elevadas para que os alunos possam estudar esses reflexos.
Uma energia negativa pode provocar doenças e mal-estar, prejudicar psicologicamente, gerando síndromes e neuroses, ou prejudicar emocional e mentalmente. Cada pessoa vai reagir de uma forma diferente a determinada energia. Em nosso "laboratório" de exercícios mediúnicos, no curso de educação mediúnica da casa onde trabalhamos, numa das aulas práticas de percepção extra-sensorial, os Benfeitores irradiam energias elevadas para que os alunos possam estudar esses reflexos.
Num dia, uma integrante falou da alegria que sentiu (reflexo emocional); outra, relatou uma certa sensibilidade na área do coronário (reflexo psíquico); noutra, o relato foi de um arrepio e uma quentura nas mãos (reflexo físico). Vejam como a mesma energia, idêntica em quantidade, qualidade e propriedade, proporcionou diversificada reação quando entrou em contato com cada pessoa.
Uma das mais graves conseqüências desse reflexo seria o que chamamos de "dependência psíquica", graças a um condicionamento que, aos poucos, a pessoa vai desenvolvendo em si mesma e, depois, não consegue mais sair com facilidade do desejo, consciente ou inconsciente, de se alimentar de certas energias. Esse fenômeno começa quando ainda estam os encarnados e tem a sua continuidade, como tudo na vida, no plano espiritual. Se for apenas fruto de uma simples vontade, facilmente poderemos domá-la e seguir noutro rumo. Mas se for algo que já gerou uma dependência psíquica, não teremos mais paz enquanto não saciarmos a nossa "fome" psíquica.
Certa feita um espírito nos relatou a estranha necessidade que tinha de ficar perto das pessoas que bebiam álcool e de um bar. Dizia ele que absorvia a energia dessas pessoas, mas o que mais lhe satisfazia - pois do álcool ele podia se "abster", dizia ele - era a energia do bar que ele freqüentava há muitos anos e do qual não desejava se afastar. Esse é um caso clássico de dependência psíquica. Na verdade, a energia que o bar possui, a sua psicosfera, o alimentava psiquicamente no plano espiritual, como já o fazia quando ele estava encarnado, só que ele jamais se tinha dado conta dessa interação. No ato de beber, e em qualquer outro, existem dois fatores relevantes: o físico e o psíquico. E como sabemos, isso transpassa conosco quando desencarnamos; assim, podemos ter, em algum momento, essa necessidade "alimentar" do lado de lá.
Esse fato pode nos identificar claramente "novos" problemas que podem advir, ocasionados pelos vícios diversos, lícitos e ilícitos, mas é interessante atentarmos para outras questões que passam despercebidas em nosso cotidiano e que já indicam certa dependência psíquica, como o simples ato de comprar algo. Uma pessoa pode se "alimentar" inconscientemente da energia que é gerada quando se adquire alguma coisa. E como, ao desencarnar, ela não poderá mais satisfazer essa necessidade, pode acontecer dela ficar perambulando, acompanhando pessoas que tenham o mesmo prazer e que produzam a energia psíquica da qual ela se alimenta; dessa forma, ela terá a sua necessidade psíquica satisfeita.
Imaginemos também uma pes¬soa acostumada a, sempre que lhe acontece uma decepção, um dissabor, ir às compras. Ela não consegue resistir a essa volúpia de comprar e diz que, depois da aquisição, sente-se "plena", "realizada". Essa pessoa pode já estar com uma dependência psíquica. Atualmente, algumas pessoas com esse comportamento até são analisadas psicologicamente como compradoras compulsivas.
Uma das mais graves conseqüências desse reflexo seria o que chamamos de "dependência psíquica", graças a um condicionamento que, aos poucos, a pessoa vai desenvolvendo em si mesma e, depois, não consegue mais sair com facilidade do desejo, consciente ou inconsciente, de se alimentar de certas energias. Esse fenômeno começa quando ainda estam os encarnados e tem a sua continuidade, como tudo na vida, no plano espiritual. Se for apenas fruto de uma simples vontade, facilmente poderemos domá-la e seguir noutro rumo. Mas se for algo que já gerou uma dependência psíquica, não teremos mais paz enquanto não saciarmos a nossa "fome" psíquica.
Certa feita um espírito nos relatou a estranha necessidade que tinha de ficar perto das pessoas que bebiam álcool e de um bar. Dizia ele que absorvia a energia dessas pessoas, mas o que mais lhe satisfazia - pois do álcool ele podia se "abster", dizia ele - era a energia do bar que ele freqüentava há muitos anos e do qual não desejava se afastar. Esse é um caso clássico de dependência psíquica. Na verdade, a energia que o bar possui, a sua psicosfera, o alimentava psiquicamente no plano espiritual, como já o fazia quando ele estava encarnado, só que ele jamais se tinha dado conta dessa interação. No ato de beber, e em qualquer outro, existem dois fatores relevantes: o físico e o psíquico. E como sabemos, isso transpassa conosco quando desencarnamos; assim, podemos ter, em algum momento, essa necessidade "alimentar" do lado de lá.
Esse fato pode nos identificar claramente "novos" problemas que podem advir, ocasionados pelos vícios diversos, lícitos e ilícitos, mas é interessante atentarmos para outras questões que passam despercebidas em nosso cotidiano e que já indicam certa dependência psíquica, como o simples ato de comprar algo. Uma pessoa pode se "alimentar" inconscientemente da energia que é gerada quando se adquire alguma coisa. E como, ao desencarnar, ela não poderá mais satisfazer essa necessidade, pode acontecer dela ficar perambulando, acompanhando pessoas que tenham o mesmo prazer e que produzam a energia psíquica da qual ela se alimenta; dessa forma, ela terá a sua necessidade psíquica satisfeita.
Imaginemos também uma pes¬soa acostumada a, sempre que lhe acontece uma decepção, um dissabor, ir às compras. Ela não consegue resistir a essa volúpia de comprar e diz que, depois da aquisição, sente-se "plena", "realizada". Essa pessoa pode já estar com uma dependência psíquica. Atualmente, algumas pessoas com esse comportamento até são analisadas psicologicamente como compradoras compulsivas.
Só com uma análise minuciosa e um acompanhamento permanente de cada caso poderemos ter respostas e comprovações dessa dependência psíquica, pois são inúmeras as possibilidades. A pessoa em questão pode ser dependente psiquicamente da energia do local, da energia que produz durante a compra, da energia que produz durante a escolha do que irá comprar, da energia que produz após ter comprado alguma coisa; são inúmeras as energias com as quais interagimos e que absorvemos numa simples ação de comprar algo.
Apenas para registrar a abrangência dessa questão, existe ainda a autodependência psíquica, em que as próprias pessoas fomentam, consciente e inconscientemente, as energias de que necessitam como alimento psíquico. Um exemplo des-se distúrbio encontraremos na vulgar fofoca. Há pessoas que, onde estiverem, sempre encontram um motivo para falar mal de alguém. Na verdade, essa ação pode ser resultante de uma necessidade psíquica da energia que é produzida quando se faz a fofoca. E o que pode parecer, à primeira vista, um problema comportamental, ocultará um problema muitíssimo mais grave, que terá conseqüências lamentáveis quando do retorno da pessoa à vida espiritual.
É importante perceber que são os nossos gostos, desejos e vontades que determinam que tipo de energia - consciente ou inconscientemente - nós procuramos. E isso é direcionado pelo nosso foro íntimo, nossas virtudes e nossos defeitos. Quanto mais nos transformamos moralmente, menos dependentes ficaremos das energias negativas. Somente elas geram essa dependência; as elevadas, ao contrário, nos plenificam, revigoram, revitalizam, balsamizam, curam, autocuram; o leque de opções é muito mais abrangente. Há pessoas, por exemplo, que se alimentam com as elevadas energias que se produzem quando realizamos uma simples leitura de um livro edificante.
É interessante ressaltar que todas essas energias, analisadas apenas na ótica "alimentar", também possuem uma característica de influência de acordo com a sua essência. Assim, uma energia irradiada por alguém que vem nos visitar quando estamos doentes, e que deseja a nossa cura, pode influenciar efetivamente em nossa recuperação; de outra forma, uma casa onde as pessoas só falem mal da vida alheia, gera uma psicosfera negativa, e quando entrarmos ali, teremos forte influência psíquica para também falarmos mal dos outros.
No mundo espiritual, de onde provêm esses ensinamentos, os espíritos estudam os fenômenos que essas energias provocam, tanto por aparelhagem específica quanto por análise e observação. Brevemente, a Ecofluidologia - ciência que estuda as energias psíquicas emanadas do ser e a sua interação com o meio ambiente - fará seu ingresso em nosso plano e descortinará esse universo ainda pouco conhecido de nós. Isso produzirá reflexos em nossa conduta, comportamento, relacionamento, saúde. Será mais uma ferramenta trazida pelos Bons Espíritos para nos auxiliar a alcançar a verdadeira felicidade. Porém, não representa qualquer novidade em nossa Doutrina Espírita, apenas um desdobramento natural do que Allan Kardec já nos descortinou.
É fácil constatarmos o quão profunda é a afirmativa do Mestre e que hoje, graças aos subsídios da Doutrina, podemos de algum modo entender. Realmente, nem só de pão vive o homem. Quanto ainda temos de examinar os ensinamentos vivos de Jesus! Vivos, porque até hoje continuam a pulsar em nossas mentes e corações, apesar de em grande parte ainda não os termos compreendido e apreendido. Andre Sant'Ana é fundador do centro espírita Lar da Prece Bezerra de Menezes, entidade mantenedora da editora Ave Luz e da obra social Estância da Fraternidade, que está em fase de construção. Seus livros são totalmente voltados para a manutenção de algumas obras sociais, particularmente a Estância da Fraternidade. Maiores informações no site: www.aveluz.com.br.
E não são somente os ambientes fechados que a possuem. Um lugar aberto, um evento ao ar livre, também têm a sua atmosfera psíquica, só que nesses a renovação das energias consegue ser feita pelas forças da natureza; sol, água, ar e fogo, contribuindo assim para a higienização psíquica.
É interessante ressaltar que todas essas energias, analisadas apenas na ótica "alimentar", também possuem uma característica de influência de acordo com a sua essência. Assim, uma energia irradiada por alguém que vem nos visitar quando estamos doentes, e que deseja a nossa cura, pode influenciar efetivamente em nossa recuperação
No mundo espiritual, de onde provêm esses ensinamentos, os espíritos estudam os fenômenos que essas energias provocam, tanto por aparelhagem específica quanto por análise e observação. Brevemente, a Ecofluidologia - ciência que estuda as energias psíquicas emanadas do ser e a sua interação com o meio ambiente - fará seu ingresso em nosso plano e descortinará esse universo ainda pouco conhecido de nós. Isso produzirá reflexos em nossa conduta, comportamento, relacionamento, saúde. Será mais uma ferramenta trazida pelos Bons Espíritos para nos auxiliar a alcançar a verdadeira felicidade. Porém, não representa qualquer novidade em nossa Doutrina Espírita, apenas um desdobramento natural do que Allan Kardec já nos descortinou.
É fácil constatarmos o quão profunda é a afirmativa do Mestre e que hoje, graças aos subsídios da Doutrina, podemos de algum modo entender. Realmente, nem só de pão vive o homem. Quanto ainda temos de examinar os ensinamentos vivos de Jesus! Vivos, porque até hoje continuam a pulsar em nossas mentes e corações, apesar de em grande parte ainda não os termos compreendido e apreendido. Andre Sant'Ana é fundador do centro espírita Lar da Prece Bezerra de Menezes, entidade mantenedora da editora Ave Luz e da obra social Estância da Fraternidade, que está em fase de construção. Seus livros são totalmente voltados para a manutenção de algumas obras sociais, particularmente a Estância da Fraternidade. Maiores informações no site: www.aveluz.com.br.
E não são somente os ambientes fechados que a possuem. Um lugar aberto, um evento ao ar livre, também têm a sua atmosfera psíquica, só que nesses a renovação das energias consegue ser feita pelas forças da natureza; sol, água, ar e fogo, contribuindo assim para a higienização psíquica.
É interessante ressaltar que todas essas energias, analisadas apenas na ótica "alimentar", também possuem uma característica de influência de acordo com a sua essência. Assim, uma energia irradiada por alguém que vem nos visitar quando estamos doentes, e que deseja a nossa cura, pode influenciar efetivamente em nossa recuperação




