Você já viram um relágio de sol? Trata-se basicamente de um disco com as horas gravadas e uma haste fixada perpendicularmente a ele; quando os raios do Sol incidem sobre a haste, a sombra desta se projeta na superfície do disco, indicando, assim, a hora.
Logicamente, sem Sol, não se pode ver as horas nesse relógio. O relógio de sol que vi trazia a seguinte inscrição em seu disco: "I record none but hours of sunshine" (Eu registra apenas as horas em que o Sol brilha).
O homem também pode registrar apenas as horas em que o Sol brilha - e eu chamo a isto modo de viver segundo os princlplos do relógio de sol. Na Seicho-No-Ie (Lar do Progredir Infinito), registramos apenas as horas radiantes, lembramo-nos e falamos somente de momentos alegres e felizes; usamos o poder criador da palavra para expressarmos a alegria.
Se toda a humanidade passar a viver conforme os princípios do relógio de sol registrando somente as coisas boas, alegres e positivas na mente, e expulsando sem demora as recordações desagradáveis, pensamentos tristes ou imaginações sombrias -, quão alegre e feliz se tornará este mundo! Por que será que muitas pessoas ficam se lembrando e falando de infelicidade, aborrecimentos, ódio, ciúme, humilhações, etc. com que se depararam? É por desconhecimento da lei mental e do poder criador da palavra. Essas pessoas precisam aprender que manifesta-se tudo aquilo que pensam e falam; precisam saber que a infelicidade continua existindo somente quando ficam com a mente presa a ela ou quando falam nela com frequência.
Nossa vida é como um veículo coletivo, no qual viajam os mais variados tipos de passageiros: desde cavalheiros bem apessoados e moças bonitas, até bêbados exalando um odor insuportável de álcool, e doentes com o corpo cheio de chagas. Mas não precisamos viajar prestando atenção na presença desagradável de bêbados ou de pessoas cobertas de feridas. Não é muito mais agradável ficarmos observando a expressão feliz de uma moça bonita ou o aspecto elegante de um cavalheiro?
Caro leitor, seja como um relógio de sol, que marca apenas as horas brilhantes. De que adianta ficar guardando a tristeza no coração, indefinidamente? De que adianta ficar lembrando as perdas sofridas? O mundo em nada se beneficiará com o fato de ficarmos desalentados, remoendo os nossos fracassos. Tristeza, perdas, fracassos - tudo isso são "bagaços" dos acontecimentos desta vida. Não fique segurando tais "bagaços" na sua mente o tempo todo; jogue-os fora! Você deve expulsá-los como expulsaria um ladrão. Precisamos nos conscientizar de que a mente é preciosa demais para ficar obstruída por "bagaços" como tristeza, desânimo e todos os demais pensamentos negativos.
Quando você ficar com a mente presa a pensamentos desagradáveis, ou se sentir dominado por ódio, ira, ciúme ou desejo de vingança, pense que "sua mente está sendo assaltada por ladrões que pretendem roubar o tesouro chamado felicidade".
Se um ladrão entrasse na sua casa, mesmo que seja para roubar apenas um par de sapatos, você o expulsaria, não é? Então, por que deixa permanecer tanto tempo dentro de sua mente os ladrões que entraram para roubar o maior de todos os tesouros - a felicidade? Vamos jogar fora os "bagaços" que ficaram acumulados em nossa mente. Vamos atirar bem longe a tristeza, como atiraríamos uma pedrinha que entrasse no sapato. Vamos abandonar o ódio, vamos nos livrar da melancolia e do tédio, e viver alegremente apenas os momentos resplandecentes de Sol. Este é o modo de viver da Seicho-No-Ie.
Logicamente, sem Sol, não se pode ver as horas nesse relógio. O relógio de sol que vi trazia a seguinte inscrição em seu disco: "I record none but hours of sunshine" (Eu registra apenas as horas em que o Sol brilha).
O homem também pode registrar apenas as horas em que o Sol brilha - e eu chamo a isto modo de viver segundo os princlplos do relógio de sol. Na Seicho-No-Ie (Lar do Progredir Infinito), registramos apenas as horas radiantes, lembramo-nos e falamos somente de momentos alegres e felizes; usamos o poder criador da palavra para expressarmos a alegria.
Se toda a humanidade passar a viver conforme os princípios do relógio de sol registrando somente as coisas boas, alegres e positivas na mente, e expulsando sem demora as recordações desagradáveis, pensamentos tristes ou imaginações sombrias -, quão alegre e feliz se tornará este mundo! Por que será que muitas pessoas ficam se lembrando e falando de infelicidade, aborrecimentos, ódio, ciúme, humilhações, etc. com que se depararam? É por desconhecimento da lei mental e do poder criador da palavra. Essas pessoas precisam aprender que manifesta-se tudo aquilo que pensam e falam; precisam saber que a infelicidade continua existindo somente quando ficam com a mente presa a ela ou quando falam nela com frequência.
Nossa vida é como um veículo coletivo, no qual viajam os mais variados tipos de passageiros: desde cavalheiros bem apessoados e moças bonitas, até bêbados exalando um odor insuportável de álcool, e doentes com o corpo cheio de chagas. Mas não precisamos viajar prestando atenção na presença desagradável de bêbados ou de pessoas cobertas de feridas. Não é muito mais agradável ficarmos observando a expressão feliz de uma moça bonita ou o aspecto elegante de um cavalheiro?
Caro leitor, seja como um relógio de sol, que marca apenas as horas brilhantes. De que adianta ficar guardando a tristeza no coração, indefinidamente? De que adianta ficar lembrando as perdas sofridas? O mundo em nada se beneficiará com o fato de ficarmos desalentados, remoendo os nossos fracassos. Tristeza, perdas, fracassos - tudo isso são "bagaços" dos acontecimentos desta vida. Não fique segurando tais "bagaços" na sua mente o tempo todo; jogue-os fora! Você deve expulsá-los como expulsaria um ladrão. Precisamos nos conscientizar de que a mente é preciosa demais para ficar obstruída por "bagaços" como tristeza, desânimo e todos os demais pensamentos negativos.
Quando você ficar com a mente presa a pensamentos desagradáveis, ou se sentir dominado por ódio, ira, ciúme ou desejo de vingança, pense que "sua mente está sendo assaltada por ladrões que pretendem roubar o tesouro chamado felicidade".
Se um ladrão entrasse na sua casa, mesmo que seja para roubar apenas um par de sapatos, você o expulsaria, não é? Então, por que deixa permanecer tanto tempo dentro de sua mente os ladrões que entraram para roubar o maior de todos os tesouros - a felicidade? Vamos jogar fora os "bagaços" que ficaram acumulados em nossa mente. Vamos atirar bem longe a tristeza, como atiraríamos uma pedrinha que entrasse no sapato. Vamos abandonar o ódio, vamos nos livrar da melancolia e do tédio, e viver alegremente apenas os momentos resplandecentes de Sol. Este é o modo de viver da Seicho-No-Ie.




