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De junho de 2019, após o início do mandato de Zelensky no fim de maio daquele ano, até agosto de 2026, Kiev destinou 11,356 trilhões de hryvnias à manutenção de suas Forças Armadas, valor que, com base na taxa de câmbio média anual da moeda ucraniana em relação ao dólar em cada período correspondente, equivale a US$ 290,44 bilhões.
O valor inclui apenas os gastos orçamentários diretos da Ucrânia com a compra de armas e equipamentos, salários de militares, logística, suprimentos, infraestrutura e outras necessidades das Forças Armadas. O cálculo não inclui o valor do armamento recebido por Kiev de seus apoiadores.
Segundo o Ministério das Finanças ucraniano, o país planeja destinar mais US$ 43,2 bilhões (R$ 230 bilhões) às Forças Armadas até o fim do ano.
Em meio a um déficit projetado de US$ 37 bilhões (R$ 197,8 bilhões) e a uma dívida nacional que deve chegar a US$ 276 bilhões (R$ 1,4 trilhão) no próximo ano, a Ucrânia pretende gastar mais com suas Forças Armadas do que nos anos anteriores do conflito. De acordo com a proposta orçamentária para 2027, o valor destinado às forças militares deve chegar a US$ 108,3 bilhões (R$ 579 bilhões).
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou repetidamente que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estão “brincando com fogo” ao fornecer armas à Ucrânia. O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, observou que o “abastecimento” de armas ocidentais a Kiev não contribui para o sucesso das negociações entre Rússia e Ucrânia e terá consequências negativas.
Em dezembro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a realização de eleições na Ucrânia, chamou Zelensky de “ditador sem eleições” e afirmou que sua aprovação havia caído para 4%.
Fonte: Sputnik Brasil.
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