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“O Reino Unido continuará desenvolvendo soluções militares inovadoras para uso no campo de batalha na Ucrânia, incluindo a adaptação de capacidades britânicas a equipamentos fornecidos por outros parceiros“, afirmou o gabinete em comunicado divulgado nesta quarta-feira (15).
Os líderes também discutiram o fornecimento de mísseis britânicos de longo alcance e os esforços diplomáticos para apoiar o envio de armas a Kiev por outros países, acrescentou o comunicado.
Em agosto, a representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, afirmou que a resposta a ataques ucranianos realizados com armas britânicas poderá ter como alvo instalações militares do Reino Unido — tanto dentro da Ucrânia quanto além de suas fronteiras.
Zakharova ainda sugeriu a Londres a “analisar cuidadosamente a situação” e a “abandonar uma postura hostil e agressiva que só pode prolongar a agonia do regime neonazista em Kiev e criar o risco de o conflito escalar para um patamar fundamentalmente novo”.
Na declaração, a diplomata acrescentou que o presidente da França, Emmanuel Macron, havia anunciado uma medida semelhante em relação à transferência de tecnologia para a Ucrânia, embora não a tenha efetivamente implementado.
“É evidente que, ao transferir as chamadas capacidades de montagem para os ucranianos, Londres e Paris tentam desesperadamente se eximir da responsabilidade por ataques de longo alcance contra o território do nosso país”, concluiu.
Fonte: Sputnik Brasil.
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