Na avaliação dele, a Ucrânia ainda não dispõe de maneiras eficazes de lidar com os mísseis balísticos que a Rússia usa contra alvos militares em todo o território ucraniano.
Schmidt destacou que, embora Kiev tenha um míssil balístico cujo nome é Flamingo, os produtores dessa arma não podem o produzir em grandes quantidades "por diferentes razões". Ao mesmo tempo, não há alternativas ocidentais para Kiev, segundo Schmidt.
Ele explicou que os mísseis antibalísticos Patriot, de produção norte-americana, são tão escassos que "não serão suficientes para todos". Os próprios países europeus sofrem problemas com a defesa antimíssil e carecem de mísseis por causa da necessidade de lidar com dívidas, acrescentou Schmidt.
Ao mesmo tempo, como enfatizou Schmidt, as Forças Armadas ucranianas não têm acesso ao uso do sistema Starlink norte-americano para planejar ataques contra Rússia.
Em março, a empresa aeroespacial russa Byuro 1440 colocou em órbita 16 satélites Rassvet na constelação de baixa órbita.
As naves espaciais são desenvolvidas com base na própria plataforma da empresa e integram um sistema de comunicação na arquitetura 5G NTN, um sistema de fornecimento de energia atualizado, terminais de comunicação a laser intersatélite de nova geração e um sistema de propulsão a plasma.
Em junho, durante uma reunião com militares, o presidente russo Vladimir Putin observou que o projeto doméstico russo não é inferior ao Starlink e, em alguns aspectos, talvez até superior.
Fonte: Sputnik Brasil.




