Lançado pelo Democratas para concorrer à presidência da República, Wilson Grassi chamou atenção por ter em seu plano de governo uma proposta inusitada, o programa "Meu botox, minha vida", destinado a mulheres de baixa renda.
O projeto previa aplicações de toxina botulínica por menos de R$ 100, valor muito abaixo do preço praticado no mercado, que gira em torno de R$ 700.
Em entrevistas, ele defendeu o programa como um projeto sério e acrescentou que, por ter experiência em hospital veterinário, conseguiria fazer o projeto de forma barata.
Em setembro, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) discursava junto a aliados em uma carreata em Goiânia, quando moradores de um prédio arremessaram um ovo em direção ao comboio em que ele estava. Flávio imediatamente chamou atenção para o fato, classificando como "tentativa de homicídio", o que rendeu memes para as redes sociais.
"Se alguém souber qual é o apartamento desse meliante, passa para a polícia, porque ele está colocando a vida de pessoas em risco aqui. Se isso pega na cabeça de alguém, isso mata, isso é tentativa de homicídio", disse o senador.
O presidenciável Augusto Cury (Avante) apresentou uma proposta inusitada para combater a explosão de casos de feminicídio no Brasil. Ele propôs a criação de um aplicativo com georreferenciamento, para que mulheres em situação de risco possam acionar a delegacia mais próxima, que enviaria um drone que, ao chegar ao local, emitiria uma sirene alta para intimidar o agressor e interromper a violência. A proposta repercutiu nas redes sociais.
Em agosto, durante o primeiro debate presidencial, realizado pela Band, Gilberto Kassab, candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), foi flagrado cochilando. Ele negou que estivesse dormindo, afirmando que estava mexendo no celular, mas a cena cômica tomou as redes sociais e Caiado decidiu abordar o tema usando humor.
Ao longo da campanha eleitoral, fake news sobre o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter morrido e hoje ser representado por clones se alastraram pelas redes bolsonaristas.
Em setembro, em meio à disputa pelo governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT) protagonizaram uma cena de bate-boca acalorado durante um debate. Enquanto citava investigações contra aliados de Elmano, Ciro apontou o dedo para o adversário. Elmano respondeu ordenando Ciro a "baixar o dedinho", iniciando a discussão.
A repercussão de publicações envolvendo uma suposta intenção do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil abalaram a campanha do senador a duas semanas das eleições.
A repercussão começou após circular nas redes sociais um vídeo em que Flávio Bolsonaro diz que, se eleito, um de seus primeiros atos seria "decretar que o Brasil pertence ao senhor Jesus Cristo", repetindo uma promessa feita em abril, durante a abertura da feira agropecuária Norte Show, em Sinop (MT). A proximidade do presidenciável com a igreja evangélica, que não reconhece a santidade de Nossa Senhora, alimentou o boato, que também rendeu memes.
No dia da votação, o presidenciável Romeu Zema (Novo) repercutiu ao entrar na cabine para votar portando o celular, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. Nas redes sociais, circularam postagens acusando o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de fazer o mesmo, o que posteriormente foi desmentido por agências de checagens que concluíram que o objeto era uma carteira.
Após a cena de Zema viralizar, ele respondeu criticando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Outro momento inusitado da corrida eleitoral aconteceu quando a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) discutiu com uma eleitora em um colégio no Lago Norte de Brasília, quando acompanhava Bia Kicis (PL) na votação.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram eleitores na fila de votação hostilizando Michelle, que responde às críticas se debruçando sobre a janela, fazendo um gesto de coração com as mãos e dizendo a uma eleitora: "Te amo em Cristo Jesus". A eleitora responde: "Não encosta em mim. A sua mão é suja. Te odeio no inferno".
Coroando a lista, o presidente estadunidense, Donald Trump, confundiu o Brasil com a Índia ao elogiar a rapidez das eleições no país na plataforma Truth Social. A postagem foi corrigida horas depois, mas o print da publicação já havia se alastrado nas redes.
Fonte: Sputnik Brasil.




