"Para buscar uma saída negociada para a crise que nos foi deixada pelos corruptos e irresponsáveis que nos antecederam", declarou ele mensagem transmitida em cadeia nacional.
De la Espriella também ressaltou que tem um plano definido para deixar de "desperdiçar" recursos, com o objetivo de destiná-los a projetos em benefício da nação sul-americana.
Apesar da promessa de implementar um forte ajuste fiscal, De la Espriella apresentou, em 11 de setembro, ao Congresso um projeto orçamentário que, longe de reduzir os gastos, os aumenta em 60 trilhões de pesos colombianos — cerca de R$ 97 bilhões.
O mandatário fez na época pronunciamento em que atribuiu o aumento à necessidade de incluir "despesas que haviam ficado sem financiamento pela administração anterior", particularmente em previdência, saúde e universidades públicas.
Segundo De la Espriella, mais de 7 bilhões de pesos colombianos (cerca de R$ 11,8 milhões) foram destinados ao pagamento de honorários de porta-vozes, representantes e negociadores. O valor não considera os recursos destinados a esquemas de segurança, diárias, zonas de localização e outras despesas financiadas pelo Estado.
Fonte: Sputnik Brasil.




