Qua empresa está indo mal? Então talvez seja hora de você passar por um processo de auto-análise. O problema pode ser você mesmo. De acordo com uma pesquisa feita pela Open Small Business Network, uma divisão da American Express voltada para pequenos negócios, os rumos de uma empresa podem ser definidos de acordo com as características de seu dono.
Para realizar o levantamento, a Open definiu cinco tipos de personalidade e perguntou a 781 donos de pequenos negócios (com até 100 empregados) nos Estados Unidos com qual deles se identificavam mais. Depois, relacionou as respostas com os planos de crescimento de cada empresa para os próximos seis meses.
Para realizar o levantamento, a Open definiu cinco tipos de personalidade e perguntou a 781 donos de pequenos negócios (com até 100 empregados) nos Estados Unidos com qual deles se identificavam mais. Depois, relacionou as respostas com os planos de crescimento de cada empresa para os próximos seis meses.
Confira abaixo o resultado da pesquisa
34% ADMINISTRADORES: São empreendedores que apreciam o lado operacional do negócio e buscam aprimorar os processos do trabalho em equipe. Fazem as coisas funcionar de forma fluida e tranqüila, com vistas a uma produção de qualidade. Ter dinheiro em caixa é a prioridade
para os próximos seis meses.
27% HERÓIS: São os solucionadores de problemas, aqueles que buscam dissolver as dificuldades que surgem na empresa. Para eles, os interesses dos clientes estão em primeiro lugar. A preocupação para o próximo semestre é a de fazer caixa para expandir os ativos fixos, como por exemplo imóveis e máquinas.
16% FAZEM CHOVER: São os chamados "garimpeiros de negócios". Divertem-se conquistando novas frentes de atuação e, ao mesmo tempo, suas redes de contatos. Têm um afiado tino para vendas. A ação predominante nos próximos seis meses deve ser o planejamento da expansão da empresa.
11% ARTISTAS: São movidos pela paixão criadora, aquela que impulsiona a produção. São mais pessimistas em se tratando de oportunidades de expansão nos próximos seis meses. Isso explica por que pretendem concentrar esforços na conquista de um fluxo de caixa positivo - mais entradas de recursos do que saídas.
4% DISSIDENTES: Curiosamente, são minoria entre os empreendedores. Gostam de assumir riscos e, às vezes, aceitam estar à frente de um negócio ou projeto apenas pelo senso de aventura que têm. Justamente por isso, são otimistas quando o assunto é a expansão dos negócios. Tanto é assim que são propensos a colocar o crescimento da empresa como tópico prioritário do ano, independentemente do andamento da economia do país.
34% ADMINISTRADORES: São empreendedores que apreciam o lado operacional do negócio e buscam aprimorar os processos do trabalho em equipe. Fazem as coisas funcionar de forma fluida e tranqüila, com vistas a uma produção de qualidade. Ter dinheiro em caixa é a prioridade
para os próximos seis meses.
27% HERÓIS: São os solucionadores de problemas, aqueles que buscam dissolver as dificuldades que surgem na empresa. Para eles, os interesses dos clientes estão em primeiro lugar. A preocupação para o próximo semestre é a de fazer caixa para expandir os ativos fixos, como por exemplo imóveis e máquinas.
16% FAZEM CHOVER: São os chamados "garimpeiros de negócios". Divertem-se conquistando novas frentes de atuação e, ao mesmo tempo, suas redes de contatos. Têm um afiado tino para vendas. A ação predominante nos próximos seis meses deve ser o planejamento da expansão da empresa.
11% ARTISTAS: São movidos pela paixão criadora, aquela que impulsiona a produção. São mais pessimistas em se tratando de oportunidades de expansão nos próximos seis meses. Isso explica por que pretendem concentrar esforços na conquista de um fluxo de caixa positivo - mais entradas de recursos do que saídas.
4% DISSIDENTES: Curiosamente, são minoria entre os empreendedores. Gostam de assumir riscos e, às vezes, aceitam estar à frente de um negócio ou projeto apenas pelo senso de aventura que têm. Justamente por isso, são otimistas quando o assunto é a expansão dos negócios. Tanto é assim que são propensos a colocar o crescimento da empresa como tópico prioritário do ano, independentemente do andamento da economia do país.




