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Segundo a publicação, o compartilhamento de informações com Kiev mantém o ritmo, mesmo diante das críticas e acusações trocadas pelas lideranças dos dois países.
Os dados fornecidos por Washington permitem que as forças ucranianas realizem ataques em profundidade no território russo, enquanto satélites norte-americanos alertam com antecedência sobre lançamentos de mísseis e drones.
Um integrante de um dos serviços de inteligência dos países bálticos disse à publicação que a atuação da CIA na Ucrânia parece atualmente “muito mais agressiva” do que durante o governo de Joe Biden.
Conforme a publicação, o diretor da CIA, John Ratcliffe, tem papel central na tentativa de conciliar a posição política de Trump com a continuidade das operações de inteligência em apoio a Kiev.
As fontes ouvidas pela publicação afirmam que o governo norte-americano ainda não suspendeu oficialmente o compartilhamento de informações com a Ucrânia. A CIA, no entanto, sabe que Ratcliffe cumprirá sem questionamentos uma eventual ordem direta de Trump para interromper o apoio, caso o presidente decida adotar essa medida, em resposta aos ataques ucranianos contra refinarias de petróleo russas.
Fonte: Sputnik Brasil.
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