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Segundo a publicação, o descontentamento foi causado pela proposta de “filiação associada” para o Canadá e pela criação de um “conselho de segurança” europeu. A última iniciativa encontrou resistência por preocupações de duplicar as funções da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Recentemente, a Itália expressou seu desejo de que os governos da UE mantenham um controle firme sobre a política externa do bloco, enquanto Bruxelas considera reformas no Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE), liderado pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.
Em contrapartida, Paris e Berlim apresentaram uma proposta para privar Kallas de algumas competências e devolvê-las à comissão, que procura retomar algumas das principais responsabilidades do SEAE até o final do ano.
No entanto, Roma quer reformas para fortalecer o controle nacional sobre a defesa, “onde laços estreitos com os Estados-membros são essenciais para mobilizar capacidades, ativos e conhecimentos”, diz um documento consultado pela mídia.
Para alcançar sua meta, a Itália sugere dar à alta representante da UE para Relações Exteriores e Política de Segurança o papel de “segundo em comando” na Comissão Europeia, encarregada de assuntos externos, e de coordenador estratégico para comissários com dimensão externa, incluindo o comércio e a ajuda externa.
Fonte: Sputnik Brasil.
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